Num comunicado, a FPF destacou o significado do anúncio para o futebol feminino português, considerando que transmite uma importante "mensagem de confiança e de normalização" relativamente à conciliação entre a maternidade e uma carreira no futebol de alto rendimento.
"O facto de uma jogadora do Benfica, atual campeão nacional, assumir publicamente a sua gravidez e de o clube manifestar o seu apoio demonstra que a maternidade pode ser conciliada com uma carreira no futebol de alto nível", pode ler-se.
A Federação sublinhou ainda que estará disponível para acompanhar Diana Silva ao longo deste processo. A avançada tem sido presença regular na seleção nacional A e a gravidez, garante a entidade federativa, não coloca em causa a ligação da jogadora à equipa das quinas.
"Queremos que sinta que não está sozinha nesta etapa e que a maternidade não coloca em causa a sua relação com a seleção nem belisca o seu percurso desportivo", reforçou a FPF.
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A Federação recordou ainda que a proteção das futebolistas durante a gravidez está contemplada no seu plano estratégico para o desenvolvimento do futebol feminino. O objetivo passa agora por trabalhar em conjunto com os clubes da Liga Feminina para criar melhores condições para as atletas que pretendam conciliar a maternidade com a carreira profissional.
"Entre os objetivos definidos está o reforço da proteção das jogadoras em situação de gravidez, num trabalho que queremos desenvolver em parceria com os clubes da Liga", explicou a FPF, que pretende criar "condições cada vez mais adequadas" para as futebolistas durante esta fase das suas vidas.
