Michal Carrick somou 12 vitórias, quatro empates e duas derrotas desde que substituiu Ruben Amorim no início deste ano, conduzindo a equipa não só de regresso às competições europeias, mas também à Liga dos Campeões, ao terminar o campeonato em 3.º lugar.
O antigo médio alcançou enorme sucesso nos Red Devils ao implementar as suas ideias dentro de campo e regras fora dele, o que ajudou o clube a subir na tabela e a salvar a época que Amorim tinha deixado em ruínas.
Estas alterações foram agora reveladas pelo Manchester Evening News e, segundo se diz, foram bem recebidas pelo plantel, que prosperou desde que Carrick fez estas mudanças.
Treino no dia seguinte deixou de ser obrigatório – Ruben Amorim e Erik ten Hag exigiam que os jogadores comparecessem no centro de treinos no dia seguinte ao jogo para sessões de recuperação. Agora, as sessões de recuperação realizam-se dois dias após o jogo, permitindo aos jogadores descansar e recuperar.
Restrições alimentares no balneário – Passou a ser permitido voltar a comer no balneário, uma regra que, segundo relatos, estava a deixar os jogadores insatisfeitos devido à sua rigidez.
Debriefings obrigatórios após o jogo e chegadas tardias em dia de jogo – Ambas as regras foram abolidas, dando mais liberdade aos jogadores e permitindo que, ao chegarem ao estádio, sejam recebidos pelos adeptos.
Adjuntos com mais autonomia – Carrick está a dar mais liberdade à sua equipa técnica junto da linha lateral e concordou em deixá-los dar instruções.
Mais intensidade nos treinos – As sessões de Ruben Amorim eram de baixa intensidade e com grande foco no trabalho tático, enquanto Carrick aumentou a intensidade dos exercícios e encurtou os dias de treino.
Estas mudanças já deram frutos, com o Manchester United a regressar à Liga dos Campeões e a utilizar esse encaixe financeiro para construir uma equipa capaz de lutar pelo título da Premier League na próxima época.
