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Progressão: "O clube tinha estado na LaLiga 2 três ou quatro anos antes de eu chegar e crescemos imenso, sobretudo com a chegada do míster, que sabemos o que nos pede. Estamos num momento muito bom enquanto equipa e a nível de jogo. Conhecemo-nos muito bem e temos consciência de que estamos a competir na LaLiga e na Champions, por isso somos cautelosos e mostramos o nosso melhor. É preciso saborear o momento e concentrarmo-nos em continuar. Temos os pés assentes no chão".
O que pode acrescentar em campo?: "Aquilo que tenho feito ao longo destes anos: estar ao serviço da equipa a nível defensivo e transmitir segurança e confiança na retaguarda. É claro que esta é uma competição em que é preciso manter uma boa mentalidade. É a Europa e qualquer detalhe é importante. A partir de trás vê-se tudo".
Jogar a Champions em casa: "É um privilégio total. Tive a grande sorte de o fazer no Barça, em anos muito bonitos, e no Borussia Dortmund, mas agora é ainda mais especial pelo sentimento de pertença. Existe um grau de responsabilidade, algo de que gosto muito. Vivi isso quando era jovem e é bonito".
Uma história do passado que tem sempre presente: "Lembro-me de que, no Dortmund, estávamos à frente do Bayern e o Tottenham marcou-nos três golos. Foi aí que se viu a verdadeira equipa; isso pode acontecer. Penso que o grupo tem agora essa mesma força e temos de nos esforçar para que continue assim".
Renovação: "A pergunta é mais para o clube do que para mim. Estou concentrado no presente".
Pellegrini entre "os melhores treinadores do mundo"
A influência da figura de Manuel Pellegrini: "Tive a grande sorte de trabalhar com os melhores treinadores do mundo e ele é um deles. Fez-me crescer em termos de mentalidade e naquilo que tenho de acrescentar em campo, nessa segurança e confiança para liderar. É o treinador com quem trabalhei durante mais tempo e penso que o sentimento é recíproco. Vou recordá-lo com gratidão no futuro. É um privilégio. É o nosso líder e temos de o seguir pela forma como não se deixa entusiasmar demasiado nas vitórias e como encara as derrotas".
Jogadores a ter em conta: "É uma equipa que ataca com bola e que tem jogadores de grande qualidade. Não quero destacar nenhum deles, mas sei que nos vão exigir muito enquanto grupo".

Mensagem para os mais jovens: "O melhor exemplo que podemos dar é fazer aquilo que nos compete, a nós que estamos há mais tempo e estamos mais habituados. A tranquilidade é importante e eles estão a apresentar um grande nível".
Experiências anteriores na Europa: "Podemos encará-las a partir da dor ou escolher o caminho de as assumir como crescimento. Demonstrámos que, quando surgiram momentos complicados, demos a volta por cima com maturidade e com a união do grupo. Isso pode acontecer, mas a equipa tenta responder da melhor forma, porque é um grupo forte".
Antony: "Parece estar bem e veremos se joga ou não amanhã. Isso é com o míster".
Importância de jogar no principal torneio continental: "Penso que tinha 14 anos quando o Betis jogou a Champions e lembro-me disso porque sempre fui muito apaixonado por futebol. É verdade que agora não temos tanta consciência disso, mas amanhã vamos valorizá-lo imenso. É um privilégio que aquelas crianças do Betis possam viver algo que nunca tinham vivido até agora".
Estado físico: "Estou bem. Foram apenas algumas queixas e parei cedo para evitar que se agravassem. Estou apto para competir".

