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E, naturalmente, a sua felicidade refletia-se no rosto, nos gestos e também nas declarações, como as que deu Luis Enrique em pleno relvado na M+ Liga dos Campeões.
Já é um clássico vencer: "Foi um jogo muito difícil, é uma equipa muito competitiva que perdeu muito pouco, começaram com alguma sorte, com aquilo que é decisivo numa final, que é marcar o primeiro golo. Mas em Paris estamos com a sorte e de vez em quando sabe bem".
Não perde uma decisão por penáltis com o PSG: "Perdi a de Marrocos ao serviço de Espanha, mataram-me com isso. Aí depende da qualidade dos futebolistas, dos guarda-redes, não é sorte. Mas uma decisão por penáltis não muda a exibição do PSG ou do Arsenal".
Alteração tática ao intervalo: "Em primeiro lugar, quando jogas contra o Arsenal, se tentas ir pelo corredor central estás morto. Fomos demasiado por aí devido à frustração do golo. Na segunda parte tentámos corrigir isso. Numa final, controla o jogo a equipa que está a perder, e estamos habituados a jogar contra equipas recuadas, mas isto é outro nível, é muito frustrante jogar assim. Mas o Arsenal também teria merecido vencer".
Duas Champions com o PSG: "A primeira foi histórica, a segunda vai ser ainda mais. O PSG precisava de estar no grupo dos melhores, já estamos lá e não queremos sair, estamos identificados com uma forma de jogar que agrada às pessoas".
Perdas de tempo do Arsenal: "Tenho um grande respeito pelo Arteta, pelo Gaby (Heinze), por um clube como o Arsenal. Cada um no futebol tenta levar o jogo para o seu terreno, para aquilo em que é mais forte. Nós entendemos que quanto mais tempo útil houver, melhor para nós, mas tudo é respeitável. O Mikel (Arteta) fez uma época incrível".
Fome de continuar a vencer: "Tenho de travar estes jogadores nos treinos. Quando alguém se diverte e não lhe custa muito, para mim não tem mérito, esta equipa vai competir certamente na próxima época".
