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Depois de conseguir os seus primeiros dois títulos europeus, o clube parisiense, dos portugueses Nuno Mendes, João Neves e Vitinha, pode imitar o Real Madrid, que era a única equipa a bisar na era-Champions e a única a conseguir três cetros europeus (2015/16 a 2017/18) seguidos desde 1992/93, algo que o Bayern Munique tinha sido o último a fazer entre 1973/74 e 1975/76.
A história de amor entre o Real Madrid e a principal competição europeia de clubes faz com que os merengues, recordistas de títulos, com 15, nunca possam ser retirados da luta pelo troféu, mesmo com as eliminações nos quartos de final nas duas últimas épocas, chegando a esta temporada reforçados, com a entrada, entre outros, do português Bernardo Silva, e com o regresso de José Mourinho ao leme.
Campeão espanhol, o FC Barcelona também fez bastantes alterações no plantel – João Cancelo transferiu-se a título definitivo depois do empréstimo na segunda metade da última temporada – e aponta ao sexto troféu, depois de ter vencido a Champions pela última vez em 2014/15.
A Espanha chega a esta edição com um vasto contingente de cinco equipas, com o Atlético de Madrid, sempre consistente a tentar repetir grandes prestações do passado recente, enquanto o regressado Betis, que apenas jogou a Champions em 2005/06, e o Villarreal a dificilmente poderem chegar longe.
Com o AC Milan ausente – vai disputar a Liga Europa –, o Bayern Munique é, a par com o Liverpool, a segunda equipa com mais troféus em prova, com seis títulos, o último em 2019/20, chegando, desde essa época, pelo menos aos quartos de final, sendo, por isso, sempre um dos principais candidatos.
As equipas inglesas, as mais gastadoras no mercado de verão, surgem com ambições renovadas para voltar a erguer um título que lhes foge desde 2022/23, quando o Manchester City, este ano orfão de Pep Guardiola, venceu pela primeira e única vez a competição.

O Arsenal, finalista vencido, é o único dos cinco representantes ingleses que nunca ergueu o troféu, ao contrário de citizens, Aston Villa (campeão em 1981/82), Liverpool e do tricampeão Manchester United.
O Inter Milão, campeão em 2009/10 e finalista há duas temporadas, é o nome mais forte vindo de Itália, com a Roma, a fazer um grande arranque de temporada, em busca de regressar a grandes momentos com a final de 1983/84 ou as meias em 2017/18, o Como a fazer a estreia em competições europeias e o Nápoles a tentar pela primeira ultrapassar os quartos.
Dificilmente o campeão europeu não vai sair de uma das cinco maiores ligas europeias, com o FC Porto a ser o último dos outsiders a vencer, em 2003/04, com os campeões nacionais, acompanhados pelo Sporting, a apontarem a uma presença na fase a eliminar.

Os azeris do Sabah, que nunca tinham ultrapassado as qualificações de uma competição europeia, vão fazer a sua estreia, com os noruegueses do Viking (1983/84) e os austríacos do LASK Linz (1965/66) a regressarem após várias décadas de ausência.
A primeira jornada da fase de liga joga-se a 08 e 10 de setembro, com a oitava e última a estar marcada para 27 de janeiro de 2027, com os oito primeiros a apurarem-se diretamente para os oitavos de final e os 16 seguintes para o play-off.
A final da edição 2026/27 da Liga dos Campeões está marcada para 05 de junho, no estádio Metropolitano, em Madrid.
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