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Uma semana depois de terem vencido na receção aos alemães (2-1), os minutos perderam fora (3-1), num jogo em que atuaram em inferioridade numérica desde o sexto minuto, devido à expulsão do costa-marfinense Mario Dorgeles, autor do golo do triunfo arsenalista na primeira mão.
Finalista vencido da Liga Europa em 2010/11, quando perdeu frente ao FC Porto (1-0), numa decisão inteiramente portuguesa disputada em Dublin, na República da Irlanda, o SC Braga foi derrotado por 4-3 no agregado da eliminatória e falhou a presença no derradeiro embate da segunda prova continental de clubes, cuja bonificação era de sete ME.
Ao afastar o único clube luso que ainda estava em ação nas competições europeias em 2025/26, o Friburgo garantiu a estreia em finais e enfrentará os ingleses do Aston Villa em 20 de maio, no Estádio do Besiktas, em Istambul, na Turquia.
Depois da derrota na visita aos compatriotas do Nottingham Forest (1-0), os villans golearam em casa a equipa do treinador português Vítor Pereira (4-0), que tinha suplantado o recém-campeão luso FC Porto nos quartos.
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Os dragões, vencedores da Taça UEFA em 2002/03 e da Liga Europa em 2010/11, terminaram com 23,612 ME, contra os 25,568 ME do SC Braga, tendo ambos ultrapassado os prémios atingidos na época passada.
Em 2024/25, na primeira edição da Liga Europa com uma fase de liga de 36 equipas, em vez da fase de grupos disputada por 32, o FC Porto teve 16,488 ME, ao ceder perante os italianos da Roma nos oitavos, e o SC Braga, afastado no patamar principal, não passou dos 13,437 ME.
Aos 4,31 ME pela participação na fase de liga, os minhotos juntaram esta temporada 350.000 euros decorrentes das rondas preliminares, nas quais ultrapassaram os búlgaros do Levski Sofia, os romenos do Cluj e os gibraltinos do Lincoln Red Imps.
No valor pilar, que está associado ao volume de mercado do respetivo país e ao coeficiente dos clubes no ranking da UEFA a cinco e 10 anos para as partes europeia e não europeia, o SC Braga arrecadou 6,797 ME.
Os arsenalistas juntaram 4,557 ME do fator europeu, no qual foram 16.ºs classificados - o montante mínimo de 217.000 euros foi multiplicado por 21 parcelas -, e 2,240 ME do não europeu, ao serem nonos - 80 mil euros por 28.
Além do prémio inicial e do valor pilar, o SC Braga ganhou dinheiro pelo desempenho a partir da fase de liga, na qual terminou no sexto lugar, de acesso direto aos oitavos, com 17 pontos, após cinco vitórias, dois empates e uma derrota.
Cada vitória rendeu 450.000 euros, para um total de 2,25 ME, e uma igualdade deu 150 mil, até aos 300.000, tendo a classificação possibilitado, com o remanescente dos empates, bónus de 2,511 ME - 31 parcelas multiplicadas por 81 mil euros.
Como houve 25 igualdades nessa fase, num excedente de 3,75 ME, cada lugar passou a valer 81.000 euros a mais face à posição imediatamente inferior, em detrimento dos 75 mil euros inicialmente tabelados pela UEFA.
O SC Braga teve ainda 600.000 euros por terminar no top 8 e 1,75 ME pela entrada automática nos oitavos, tornando-se, a par do FC Porto, um dos primeiros clubes portugueses a fazê-lo desde a última mudança de formato no patamar principal da Liga Europa, cenário que permitiu evitar o play-off.
Na fase a eliminar, os arsenalistas começaram por perder fora diante do Ferencváros (2-0), mas deram a volta na receção aos húngaros (4-0), alcançando a bonificação de 2,5 ME associada à chegada aos ‘quartos’.
Seguiram-se mais 4,2 ME pela passagem sobre os espanhóis do Betis, que empataram no Minho (1-1), mas perderam com reviravolta em Sevilha (4-2), antes de cederem face ao Friburgo nas meias, após 20 jogos na prova.
Na contabilidade global de prémios da Liga Europa em 2025/26, o SC Braga só ficou atrás do Aston Villa (35,003 ME) e do Friburgo (32,627 ME), seguindo-se Nottingham Forest (24,086 ME), Betis (23,658 ME) e FC Porto.
A conquista do troféu dá seis ME, sendo que UEFA destinará ainda quatro ME aos finalistas da Supertaça Europeia, a ser disputada em agosto entre os vencedores da Liga dos Campeões - disputada entre os franceses do Paris Saint-Germain, detentores do cetro, e os ingleses do Arsenal - e da Liga Europa, com a equipa triunfante a ter uma verba adicional de um ME.
A Liga Europa distribui prémios totais de 565 ME aos clubes, bem longe dos 2,467 mil ME da Liga dos Campeões, na qual o Sporting, melhor representante português, fechou com 79,582 ME depois de ser afastado pelo Arsenal nos quartos, auferindo mais do triplo do SC Braga.
