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Com um início impulsionado por Désiré Doué, autor do golo na primeira parte (38'), o bicampeão europeu sofreu depois, na segunda parte, a pressão do Barcelona, que chegou ao empate graças a Xavi Espart (55'), mas resistiu à tempestade para recuperar mais tarde a vantagem.
"O que me interessa é ver que a equipa é capaz de fazer uma primeira parte extraordinária a nível defensivo: recuperámos muitas bolas com uma pressão alta e criámos ocasiões para marcar", começou por reagir Luis Enrique.
"Depois, tivemos a capacidade de superar momentos difíceis na segunda parte, quando o Barça dominou durante 15 minutos. Tivemos de defender com um bloco baixo, mas somos uma equipa que se adapta ao que acontece no relvado", prosseguiu. "Depois, conseguimos fazer contra-ataques e marcámos golos".
Foi sobretudo a prestação defensiva da sua equipa que o treinador espanhol elogiou: "Toda a gente espera que os avançados marquem golos, mas defendemos com os avançados, os médios e os defesas. É essa a forma de defender frente a Pedri, Lamine Yamal, Fermin Lopez ou Raphinha, e fizemo-lo muito bem, em particular na primeira parte e nos 15 minutos em que estivemos em dificuldades na segunda parte".

Depois do triunfo no terreno do Manchester City pelo mesmo resultado (4-2), o PSG deixou uma mensagem no panorama europeu frente a duas das melhores equipas do continente, mas, segundo Luis Enrique, será "o mês de abril (que será) decisivo".
Por seu lado, Hansi Flick lamentou os "erros a mais, em particular na posse de bola" dos seus jogadores, no final de "um jogo fantástico por parte das duas equipas". "Temos de jogar com mais calma, estar mais ligados, ter menos distância entre cada jogador e melhorar as posições de cada um", enumerou o treinador do Barcelona.
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