Siga o Bayern Munique - PSG no Flashscore
3.ª meia-final, o que mudou?: "O que mudou foi a experiência adquirida, o número de jogos disputados. Quanto mais jogamos, mais crescemos e evoluímos. Mentalmente, continuo igual. Dou sempre o máximo em campo, independentemente da posição em que me colocam. Tenho muito orgulho em fazer parte desta equipa, com estes jogadores e esta equipa técnica. Queremos dar o nosso melhor amanhã."
Allianz Arena: "Tenho várias recordações: algumas boas, outras menos boas. No primeiro ano, fomos eliminados. A final da Liga dos Campeões, em que vencemos pela primeira vez. Aqui, vamos defrontar uma equipa incrível e vamos fazer tudo para chegar novamente à final. Acho que me faz bem jogar com regularidade. Gosto de jogar, sinto prazer em fazê-lo. Sinto-me bem e confiante. Enquanto jogar, estou feliz. Caso contrário, estou à disposição do grupo."
Lateral-direito ou médio: "Estamos preparados para este jogo, não há nada que mude. Amanhã saberemos quem joga em cada posição. E todos estamos prontos para atuar em diferentes lugares. Temos de conhecer todas as posições. É uma vantagem que a equipa tem. Estarei preparado, seja qual for o meu lugar em campo. O objetivo está bem definido."
Luis Díaz: "Quando se tem a qualidade para fazer tudo, como os avançados do Bayern, é sempre complicado. No jogo da primeira mão estivemos bem defensivamente. Sofremos 4 golos... Mas sim, não podemos cometer erros. Estaremos prontos. Contra o Luis Díaz, vou dar o meu melhor e terei o apoio dos meus colegas."
Emoções: "Jogamos futebol para este tipo de jogos. A intensidade, os golos... Foi excecional. Esperamos o mesmo, ou até mais difícil. Estamos preparados. Vamos tentar impor o nosso jogo, recuperar o maior número possível de bolas e pressionar alto, criando oportunidades. Esta equipa foi feita para atacar e ter a posse de bola."
Gerir a pressão: "Procuro ser sempre o mesmo e preparar-me da mesma forma. Houve uma altura em que foi mais complicado, mas agora tento recuperar toda a leveza que tinha. Jogo como sei, sem pressão."
A polivalência é o futuro do futebol: "É preciso ter 11 jogadores a defender, ser solidários, fazer o esforço. Se não defendermos, o treinador coloca-nos no banco, por isso não há alternativa. Temos de ser um grupo e uma equipa. Para atacar é igual."
Ter o mesmo jogo: "Não é nada de extraordinário. É isso que vai acontecer. Vai haver a mesma intensidade, talvez até mais. Cabe-nos tentar acalmar o jogo. Ritmo a mais pode criar situações para ambos os lados. Temos de fazer o mesmo que na primeira mão. Há avançados de grande nível dos dois lados. Temos de fazer ainda melhor. Defender mais alto no meio-campo deles e impedir as transições, porque são rápidos e sabem fazer tudo."
