Recorde aqui as incidências do encontro
Análise: "Hoje se houve uma equipa que tentou fazer tudo para ganhar, fomos nós. Gerámos muitas oportunidades, fizemos remates à baliza, criámos o suficiente para ganhar, mas, sem o instinto matador, perdemos pontos e foi isso que aconteceu esta noite".
Impacto do autogolo: "Em cinco ou seis minutos, houve de tudo, o golo, o autoglo e a lesão, com substituição antes dos 20 minutos. Nesse momento, tivemos de voltar a ligar-nos um bocado. Na primeira parte, houve momentos em que não estivemos ao nível exigido. Mas, novamente, quando se criam cinco grandes oportunidades para rematar na primeira parte e três na segunda parte, a este nível é preciso matar. Não esperar pela próxima oportunidade e hoje não estivemos ao nível na área adversária".
Espaços encontrados no início do jogo: "Nos primeiros minutos jogámos muito bem, criámos bons momentos com bola, boas transições em que podíamos ter marcado. Foi bem jogado, se calhar faltou um bocado a nossa intensidade habitual. É algo a que teremos de teremos de voltar, à nossa fome de jogo e espírito. Em alguns momentos não estivemos ao nosso nível. Mas contra uma equipa da Premier, criar estas oportunidades e sair com um golo marcado é uma pena. Agora temos de virar a página e pensar no Estoril".
Misto de emoções: "Hoje acho que foi ligado ao autogolo. A reação do estádio foi fantástica, com aplausos. Os colegas foram apoiar o Martim para o levantar. Falamos de família quando as coisas correm bem, mas são ainda mais importantes quando correm mal. Mas nesse momento demos energia ao Nottingham, que até esse momento não estava a criar perigo. Sobre a oportunidade para nos qualificarmos, hoje desperdiçamos uma boa oportunidade para nos colocarmos em boa posição diante dos nossos adeptos, mas iremos jogar as nossas cartas num jogo difícil".
É possível treinar o instinto matador?: "Não sei se é possível, mas temos de encontrar a forma."
