Numa nota publicada no seu sítio oficial na Internet, a LPFP apresenta a iniciativa como uma forma de “valorizar aqueles que elevam o nome do futebol português”, atribuindo distintivos especiais aos atletas que se destacaram em quatro categorias: Jogador Mais Valioso (MVP), Melhor Marcador, Melhor Guarda Redes e Legacy.
Na categoria MVP, os distintivos serão usados por Victor Froholdt, do FC Porto, eleito Melhor Jogador da Liga, e por André Clóvis, do Académico de Viseu, o mais votado na Liga 2.
Clóvis também vai usar distintivo de Melhor Marcador da Liga 2, enquanto Luis Suárez, do Sporting, utilizará o emblema correspondente ao Melhor Marcador da Liga Portugal.
Entre os guarda-redes, Diogo Costa, do FC Porto, usará o distintivo de Melhor Guarda-Redes da Liga. Já Samu Silva, distinguido na Liga 2 ao serviço do Marítimo, não o exibirá, por ter, entretanto, sido transferido para Israel.
A LPFP destaca ainda o distintivo Legacy, reservado a jogadores com mais de 200 jogos no principal escalão do futebol português ou 300 jogos nas competições profissionais, bem como a atletas já distinguidos nas restantes categorias.
A lista integra 17 jogadores: Nuno Santos e Pedro Gonçalves (Sporting), Rafa Silva (Benfica), Bernardo, Ricardo Horta e João Moutinho (SC Braga), Luis Silva (Académico de Viseu), Salvador Agra e Simãozinho (Leixões), Juan Muñoz e Marcelo (Leiria), Tomané (Tondela), Fabinho (Lusitânia de Lourosa), Roberto (Chaves), João Reis (Portimonense) e Luis Rocha (Vizela).
A iniciativa surge depois do Mundial-2026, onde cada camisola era única graças aos emblemas aplicados nas mangas, diferenciados consoante o percurso dos jogadores e das seleções.
No torneio, que decorreu nos Estados Unidos, Canadá e México, entre 11 de junho e 19 de julho, Cristiano Ronaldo, Lionel Messi e Kylian Mbappé figuravam entre os atletas com distintivos exclusivos, apresentados em dourado, preto ou branco, assinalando feitos individuais ou coletivos.
