“É importante dizer que não estamos apenas a receber propostas ou a discutir aquilo que poderá ser feito no futuro. Algumas dessas ideias já estão a ser implementadas, outras estão em desenvolvimento e outras serão naturalmente aprofundadas. Estamos num processo de transformação da arbitragem e esse trabalho vai continuar”, afirmou Luciano Gonçalves.
Em nota divulgada no sítio oficial da FPF na Internet, o presidente do CA salientou o trabalho efetuado “em matérias estruturantes para o futuro da arbitragem portuguesa, incluindo o estudo da criação de uma entidade externa para a arbitragem”, que foi uma das promessas eleitorais de Pedro Proença, presidente do organismo federativo.
“Também nesse plano já iniciámos trabalho concreto. Queremos estudar com responsabilidade qual o modelo que melhor pode servir a arbitragem portuguesa, garantindo mais independência, melhores condições e maior capacidade de evolução”, observou o líder do CA.
Luciano Gonçalves manifestou-se disponível para ouvir e analisar as propostas de todos os agentes do futebol português com vista ao desenvolvimento do setor, notando que “muitas das preocupações e propostas que têm vindo a ser apresentadas estão alinhadas com o caminho que já está a ser traçado”.
“Felizmente, temos recebido vários contributos de diferentes agentes do futebol português. Isso deixa-nos satisfeitos, porque demonstra uma vontade genuína de participar de forma positiva e construtiva na evolução da arbitragem. As boas ideias não têm dono e o nosso dever é analisá-las pelo seu mérito, independentemente de quem as apresenta”, reforçou.
