À média de 2,68 golos por encontro, o campeonato que encerrou no sábado só perde para os de 2023/24, no qual se estabeleceu um recorde de 877 golos, os 831 de 2015/16 e os 826 de 2017/18 e 2018/19.
Como quase sempre, foram os três grandes que alavancaram esta marca, com o Sporting a ser o melhor ataque pela terceira época consecutiva: depois dos 96 de 2023/24 e dos 88 de 2024/25, somou 89 em 2025/26.
Os leões melhoraram, assim, o registo da época passada, mesmo tendo perdido os 39 golos do sueco Viktor Gyökeres, que partiu para o Arsenal e foi substituído pelo colombiano Luis Suárez, destacado melhor marcador da prova, com 28.
Por seu lado, o Benfica perdeu 10 golos em relação há um ano (74 contra 84), enquanto o FC Porto só somou mais um (66 contra 65), quase perdendo o último lugar do pódio para o SC Braga (64, contra os 56 de 2024/25).

Destaque também para os 54 golos do Estoril e os 47 de Arouca e Gil Vicente.
Os piores ataques foram os de Tondela e AFS, ambos com 27 tentos, registo superior aos quatro piores ataques da temporada transata – 25 de AFS e Farense e 24 de Estrela da Amadora e Boavista.
No pleno individual, grande destaque para Suárez, que teve a capacidade, pouco expectável, de fazer esquecer Gyökeres, com o grego Pavlidis (Benfica), com 22 golos, e o marroquino Begraoui (Estoril), com 20, a fechar o pódio.
Entre os portugueses, Ricardo Horta, capitão do SC Braga, repetiu o registo de 2024/25, desta vez com 14 golos, que lhe valeram o sexto lugar da tabela, ainda atrás do venezuelano Jesús Ramírez (Nacional), com 18, e do companheiro de equipa e uruguaio Zalazar, com 16.
