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Carvalhal reconhece que jogadores do Famalicão ficaram "mais soltos" após empate com o Sporting

Carlos Carvalhal, treinador do Famalicão
Carlos Carvalhal, treinador do FamalicãoESTELA SILVA/LUSA

O treinador do Famalicão, Carlos Carvalhal, considerou esta sexta-feira que reparte com o anfitrião Nacional a responsabilidade de vencer o jogo da sétima jornada da Liga Portugal, embora reconheça maior obrigação ao conjunto que atua em casa.

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“No campeonato, as equipas que jogam em casa têm sempre alguma obrigação, seja contra qualquer adversário, mas, sinceramente, acho que a responsabilidade está dividida”, afirmou Carlos Carvalhal, em conferência de imprensa.

O técnico salientou que o Nacionalquer muito vencer porque precisa”, enquanto o Famalicão procura o primeiro triunfo no campeonato para “dar um passo à frente”, depois de ainda não ter conseguido ganhar.

“Não tenho dúvidas de que ambas as equipas têm a ambição de conseguir vencer o jogo. Nós temos de levar muita vontade de vencer e, se essa vontade se manifestar nos comportamentos que temos feito e vindo a melhorar, as nossas chances de ganhar são maiores”, vincou.

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Carvalhal destacou ainda a mudança de treinador no Nacional, agora orientado por Alexandre Santos, que conhece “há muitos anos”, e admitiu diferenças na organização da equipa, que passou de uma linha de cinco para uma estrutura com quatro defesas.

Ainda assim, o treinador do Famalicão revelou que o trabalho semanal se centrou sobretudo na própria equipa, com “90%” da preparação dedicada à melhoria da identidade e à consolidação de comportamentos que considera “inegociáveis”.

“Um deles, obviamente, é a atitude competitiva”, frisou, acrescentando que a equipa procurou igualmente melhorar os aspetos defensivo e ofensivo, sempre com respeito pelo adversário.

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O empate 1-1 com o Sporting também contribuiu para aliviar o ambiente no plantel, segundo Carvalhal, que reconheceu ter visto os jogadores “mais alegres” e “mais soltos” durante a semana.

“Trabalhámos excessivamente para tentar conseguir vitórias. Para nós é extremamente importante conseguir vencer”, assumiu.

O técnico rejeitou, por outro lado, estar à procura de uma equipa tipo, assegurando que o Famalicão trabalha “dentro da sua identidade”, embora admita ajustar opções às características dos jogadores e do adversário.

O Famalicão, 13.º classificado, com quatro pontos, defronta o Nacional, 15.º, com os mesmos quatro, no Estádio da Madeira, no sábado, às 15:30, em jogo arbitrado por Gustavo Correia, da associação do Porto.