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Mudança do Parma para o Benfica: "Depois do Mundial tive as minhas férias. Estive com a minha mãe e com os rapazes, os meus amigos de Perth. Estivemos na Europa. Havia muitas conversas. Tenho a certeza de que vocês viram tudo, muitas discussões: talvez isto, talvez aquilo, não isto, não aquilo, e só avançar se outros jogadores também avançassem. Depois, estava no carro, a voltar da praia para Parma, quando recebi uma chamada a dizer: 'Acho que esta semana vamos ter de nos mudar para Lisboa', obviamente se eu quisesse. Quando soube todos os detalhes, percebi que a chamada era do Benfica e que eles me queriam muito. O treinador queria-me, o Rui Costa, o presidente, também. Eu estava muito entusiasmado. Queria dar esse passo seguinte. Mas, claramente, não estava tudo nas minhas mãos. Como vocês sabem, há valores a negociar entre os clubes, e eu não podia fazer nada em relação a isso. Por isso, só tive de me sentar, esperar e esperar que tudo corresse pelo melhor."
Adaptação ao Benfica: "Felizmente, consigo mais ou menos perceber a língua. É bastante parecida com o italiano e o espanhol, que eu compreendo, por isso consegui aprender algumas palavras e perceber algumas coisas. A ajuda dos meus companheiros, do treinador e da equipa técnica foi extremamente importante. Todos os jogadores falam inglês, por isso isso ajuda bastante e permite que te adaptes um pouco mais depressa. Mas, obviamente, não é fácil. As primeiras semanas não são fáceis. Ainda não tens casa, ainda não tens carro. Quando resolves todas essas coisas, começas a sentir-te mais em casa. Isso acontece com o tempo e é normal."
Estreia a titular pelo Benfica em Milão: "Para a minha estreia como titular pelo clube, não poderia ter imaginado nada melhor. Tive a minha família, que está em Itália, lá. Na verdade, o meu tio apareceu no jogo com um cachecol do Milan, porque a maior parte da minha família é adepta do Milan. Ele apareceu com um cachecol do Milan, mas também com uma camisola do Benfica vestida, por isso foi uma espécie de mistura - mas foi ótimo. A minha mãe, o meu pai, o meu irmão e amigos estavam lá. Por isso, sim, foi um sonho tornado realidade."

Irankunda disse que Sporting é o maior em Portugal: "Obviamente, eu e o Nestor (Irankunda) somos muito amigos e agora, estando na mesma cidade e sendo também rivais, isso toca-nos ainda mais de perto. É sempre bom, é uma provocação amigável e, obviamente, ambos queremos ganhar um ao outro. Qual é o maior clube? Nem sequer é uma questão, amigo: Benfica."
