Recorde as incidências da partida
Ian Cathro (treinador do Estoril Praia):
“Passámos algum tempo em organização mais baixa, mas a primeira parte foi um jogo equilibrado, com oportunidades para os dois lados. Depois, é impossível falar da segunda parte sem falar do penálti logo aos cinco minutos.
Olhando ao que a equipa fez, gostei muito do que conseguimos frente a uma boa equipa. Há 14 pontos de diferença e não vi essa diferença em campo hoje. O Famalicão pode ser um exemplo para outros clubes portugueses. Depois deste jogo, estou mais motivado do que nunca para o que falta jogar e para fazer esse caminho com o Estoril.
Não quero falar muito e negativamente da arbitragem depois dos resultados que temos. Talvez noutro momento possa falar e espero que outras pessoas possam estar atentas e que elas falem.
O mundo não vai acabar depois dos próximos três jogos. Vamos de férias e depois temos de olhar para estas duas épocas e, de forma humilde, ver o que fizemos bem e como vamos dar o próximo passo. O nosso trabalho de crescimento numa primeira fase está feito: há muito respeito pela nossa equipa. O que temos de fazer agora é dar outro passo e na próxima época não posso estar a vender o mesmo peixe”.
Hugo Oliveira (treinador do Famalicão):
“Já faltam palavras para descrever o grupo, a competência, atitude e capacidade de trabalho. Temos sido consistentes e é muito difícil sê-lo. E isto é válido para o grupo de trabalho todo.
Foi um jogo muito difícil, com uma grande equipa, com muita qualidade técnica, com ambições e sabíamos que ia ser difícil. Entrámos bem, merecíamos ter feito logo golo, mas o Estoril respondeu e fomos muito competentes, rigorosos e justos vencedores.
Nós jogamos o jogo, não o resultado. Temos de ser honestos, um jogo de cada vez, trabalhar com as nossas ideias e dar espaço para que os jogadores cresçam e façam o seu trabalho. Esta época vai deixar saudades, gostávamos que durasse mais jogos e já igualámos a melhor época do clube. Queremos dar estas memórias aos nossos adeptos, com mais três pontos, que dignificam o nosso trabalho e nos deixam de consciência tranquila”.
