Recorde as incidências da partida
Luís Pinto (treinador do Gil Vicente):
“Tivemos a capacidade e a felicidade de ganhar os dois primeiros jogos, marcámos e não sofremos, que é o ideal em termos de resultado. Temos de acreditar que isso também é reflexo do processo que estamos a fazer e da equipa que queremos ser.
Não há impactos por termos duas vitórias, nem há pontos a igualar ou conquistar antecipadamente, porque o campeonato é muito longo. Agora temos outro jogo que queremos disputar com a mesma intenção e a mesma forma de estar. É essa preparação, jogo a jogo, que temos de ter.
Hoje, conseguimos manter a equipa compacta nos momentos em que tínhamos de estar compactos e isso ajudou-nos também defensivamente. Estamos satisfeitos por termos conseguido aquilo que pretendíamos para este jogo.
Temos três golos marcados e nenhum sofrido, mas aquilo que importa é continuarmos a acreditar no processo. Para a semana há outro jogo e queremos voltar a competir da mesma forma".
Filipe Coelho (treinador do Casa Pia):
“Obviamente que, não ganhando, fica a frustração de não marcar, mas já vimos sinais de que o nosso caminho está a ser construído. Senti a equipa, em alguns momentos, num patamar superior ao que já tinha apresentado.
Não posso esconder a qualidade do Gil Vicente. Mesmo jogando com um bloco mais baixo, deixámos a bola entrar entre linhas com alguma facilidade. Na segunda parte, com os ajustes que fizemos ao intervalo, o jogo acabou por virar um pouco a nosso favor.
A grande mensagem que retiro é de que reagimos à nossa falta de agressividade, mas não podemos apenas reagir, temos de agir e ser proativos. Na segunda parte, mostrámos mais agressividade nos duelos e nas segundas bolas.
Tivemos uma boa oportunidade do Henrique (Araújo) e outra do Clau (Mendes). Um golo poderia dar-nos esperança para chegar ao segundo. Acreditava, e acho que os jogadores também acreditaram, que seria possível".
