Recorde as incidências da partida
João Henriques (treinador do Nacional):
"Conseguimos manter a equipa competitiva, isso é uma garantia que eu quero em todos os jogos. Podemos não jogar tão bem como desejaríamos, mas, a competição, a face competitiva dos jogadores e da equipa tem de estar sempre presente. Se formos competentes a esse nível, estamos muito mais perto de vencer, como aconteceu hoje.
Relativamente à estabilidade da equipa, naturalmente que as vitórias trazem confiança e estabilidade. Na tabela classificativa a equipa começa a ver-se noutra posição, começa a ver o seu trabalho recompensado com pontos, ganha outra personalidade, vai crescendo e as individualidades vão mostrando cada vez mais e melhores argumentos.
Sabemos que o Nacional, nas duas épocas anteriores, com a manutenção, fez nove vitórias. E é isto que nós ambicionamos chegar rapidamente. Depois, a partir daí, quanto mais cedo conseguirmos esse objetivo, estaremos sempre mais perto de fazer melhores classificações e obter uma melhor pontuação".
Bruno Pinheiro (treinador do Académico de Viseu):
"Em termos ofensivos, acho que estivemos desinspirados. Falhamos muito passes sem pressão e isso condicionou imenso o nosso jogo. Forçamos passes que não tínhamos necessidade de forçar. E, depois, defensivamente, aí é que eu sinto que foi mesmo o nosso 'tendão de Aquiles' no jogo.
Acho que fomos a equipa que mais procurou ganhar o jogo, visto que estivemos sempre a tentar ser pressionantes e agressivos. Mas, pressionar alto e, ao mesmo tempo, levar bolas nas costas e não sermos capazes de ganhar a primeira e a segunda bola obrigou-nos a um desgaste tremendo e perdemos confiança. Sempre que queríamos recuperar a bola acabávamos por perder os duelos e correr para trás.
Portanto, acho que o Nacional, nesse sentido, foi mais competente nesse momento do jogo, na bola longa para o seu avançado (Njoya Abdel) e também no momento da segunda bola".

