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Liga Portugal: João Henriques quer equipa competitiva, Bruno Pinheiro fala em Nacional mais competente

João Henriques, treinador do Nacional
João Henriques, treinador do NacionalHOMEM DE GOUVEIA/LUSA

Declarações após o jogo Nacional-Académico de Viseu (1-0), da 11.ª jornada da Liga Portugal, disputado este domingo no Estádio da Madeira, no Funchal.

Recorde as incidências da partida

João Henriques (treinador do Nacional):

"Conseguimos manter a equipa competitiva, isso é uma garantia que eu quero em todos os jogos. Podemos não jogar tão bem como desejaríamos, mas, a competição, a face competitiva dos jogadores e da equipa tem de estar sempre presente. Se formos competentes a esse nível, estamos muito mais perto de vencer, como aconteceu hoje.

Relativamente à estabilidade da equipa, naturalmente que as vitórias trazem confiança e estabilidade. Na tabela classificativa a equipa começa a ver-se noutra posição, começa a ver o seu trabalho recompensado com pontos, ganha outra personalidade, vai crescendo e as individualidades vão mostrando cada vez mais e melhores argumentos.

Sabemos que o Nacional, nas duas épocas anteriores, com a manutenção, fez nove vitórias. E é isto que nós ambicionamos chegar rapidamente. Depois, a partir daí, quanto mais cedo conseguirmos esse objetivo, estaremos sempre mais perto de fazer melhores classificações e obter uma melhor pontuação".

Bruno Pinheiro (treinador do Académico de Viseu):

"Em termos ofensivos, acho que estivemos desinspirados. Falhamos muito passes sem pressão e isso condicionou imenso o nosso jogo. Forçamos passes que não tínhamos necessidade de forçar. E, depois, defensivamente, aí é que eu sinto que foi mesmo o nosso 'tendão de Aquiles' no jogo.

Acho que fomos a equipa que mais procurou ganhar o jogo, visto que estivemos sempre a tentar ser pressionantes e agressivos.  Mas, pressionar alto e, ao mesmo tempo, levar bolas nas costas e não sermos capazes de ganhar a primeira e a segunda bola obrigou-nos a um desgaste tremendo e perdemos confiança. Sempre que queríamos recuperar a bola acabávamos por perder os duelos e correr para trás. 

Portanto, acho que o Nacional, nesse sentido, foi mais competente nesse momento do jogo, na bola longa para o seu avançado (Njoya Abdel) e também no momento da segunda bola".

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