"Poderíamos ter evitado todo o sofrimento muito antes do final do campeonato, mas deixámos as coisas escapar da nossa mão e tivemos muitos resultados negativos por nossa exclusiva responsabilidade. Acho que temos de levar isso como experiência", salientou o futebolista, após o primeiro treino da nova época, no Estádio da Madeira, no Funchal.
A primeira sessão de trabalho sob as ordens de João Gião, que substituiu Tiago Margarido no comando técnico, incidiu, essencialmente, em "questões de intensidade" e "readaptação aos treinos no pós-férias", num processo que será gradual ao longo do tempo, segundo Léo Santos.
"O novo treinador tem os seus métodos e também uma forma diferente de trabalhar. Obviamente, não é igual ao Tiago Margarido, nem a qualquer outro. Mas o mais importante é adaptarmo-nos rapidamente e entender as ideias que ele pretende passar", notou.

Após um ano em que foi peça-chave, o defesa brasileiro admite sentir-se "muito bem" na Madeira e plenamente adaptado, sendo que o objetivo, à entrada para a terceira temporada no clube, passa por "continuar a ajudar" a equipa, tanto na condição de titular, como de suplente.
O Nacional, 14.° classificado das duas últimas edições da Liga Portugal, inicia o campeonato na condição de visitante, em casa do Santa Clara, no fim de semana de 08 e 09 de agosto.
Léo Santos preferia começar a competição em casa, mas garante que o grupo vai trabalhar para fazer uma "grande estreia" na prova nacional, sublinhando a importância de a equipa "fazer uma boa pré-temporada" para chegar ao jogo em condições de vencer.
O futebolista, de 27 anos, mostrou-se ainda ansioso pelo dérbi com o rival Marítimo, que subiu ao primeiro escalão, após três anos a competir no segundo, pois "todos os jogadores gostam de jogar" este tipo de partidas.
