Recorde as incidências da partida
Bruno Abreu fez várias alterações na equipa insular: Stavros Gavriel, Matheus Dias, Markus Jensen e Miguel Baeza substituíram Deivison, Danel Dongmo, Daniel Júnior e Matchói Djaló para o jogo contra o Rio Ave. Quanto aos minhotos, as novidades na equipa inicial foram Sergio Barcia, Arrey-Mbi, Victor Gómez, Tommy, Gabriel Silva e Milosevic, tendo Vítor Carvalho, Bajrami, Diogo Travassos, João Moutinho, Diego Rodrigues e Jonas Wind ficado de fora.

Madeirenses chegaram-se à frente
O Nacional entrou em campo de forma ousada e protagonizou os primeiros lances de ataque do jogo. Abdel (6'), Matheus Dias (14') e Miguel Baeza (17') tentaram marcar, pelo meio, aos 16 minutos, Sergio Barcia fez o primeiro remate dos arsenalistas. A ousadia de Song Min-kyu causava arrepios e foi o extremo que iniciou a jogada que resultou no primeiro golo da tarde.
Aos 19 minutos, o internacional sul-coreano assistiu Miguel Baeza na entrada da área, tendo este disparado com precisão para o fundo da baliza adversária. O lance foi analisado e, passados seis minutos, o árbitro José Bessa confirmou o golo, para alegria dos madeirenses.
Muito previsível e pouco reativo, o SC Braga apenas mostrou algum vigor no ataque aos 34’, quando Pau Víctor respondeu a um cruzamento de Gabriel Silva, mas não conseguiu acertar na baliza.
Gabriel Silva, o dínamo bracarense, voltou a criar perigo pelo corredor esquerdo aos 44 minutos, mas Renato Marín saiu rapidamente da baliza, afastou a bola e, na sequência, Labidi limpou o perigo da área nacionalista. Numa primeira parte movimentada na Choupana, o Nacional foi mais impositivo, marcou, após vários avisos, e conseguiu segurar a ténue reação minhota.

Nacional aguentou pressão minhota
Franclim Carvalho não perdeu tempo e, durante o intervalo, fez uma pequena revolução na equipa bracarense: Gorby, Tommy Marques e Gabriel Silva não regressaram para a segunda parte e foram substituídos por Mário Dorgeles, João Moutinho e Gabri Martínez.
O Nacional mantinha o bloco compacto na retaguarda e surgia no ataque com poucos toques. Foi assim que, aos 50 minutos, Stavros Gavriel testou os reflexos de Bernardo Fontes ao minuto 50. Aos 52 minutos, João Moutinho atirou ligeiramente ao lado do poste esquerdo da baliza madeirense, na sequência de um pontapé de livre direto.
Ao contrário dos minhotos, que dominavam o jogo, mas não conseguiam encontrar uma forma de ultrapassar a defesa do adversário, os madeirenses eram ferozes e, quase sempre que chegavam aos últimos 30 metros, colocavam Bernardo Fontes e os seus companheiros de equipa em alerta. Ao minuto 65, Gabriel ameaçou o 2-0, mas o guarda-redes do SC Braga defendeu.

No período mais vibrante do encontro, aos 70’, Fran Navarro viu os ferros deterem os seus planos. No lance seguinte, Deivison rematou com força, mas não conseguiu acertar na baliza. Instantes depois, o camisola nove do SC Braga voltou a ameaçar, mas não calibrou a pontaria.
Balanceado no ataque, o conjunto nortenho concedia espaços nas costas e foi assim que Pablo Ruan gizou, a cinco minutos dos 90’, uma jogada de perigo que Lagerbielke cortou in extremis aos pés de Stavros Gavriel.
O Nacional aguentou a pressão final e somou, após sete desaires seguidos em todas as competições, a segunda vitória no campeonato, já o SC Braga não ganha há quatro jornadas e consentiu a terceira derrota consecutiva.

Homem do jogo Flashscore: Labidi (Nacional).


