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“É uma equipa com muito talento individual e, coletivamente, com timings muito específicos, sobretudo em termos ofensivos”, observou o técnico, considerando que as características do Famalicão exigem “uma resposta estratégica diferente” daquela que a equipa arouquense tem apresentado nos últimos jogos.
Sem abdicar da identidade que pretende implementar, Vítor Severino defendeu a importância de manter a posse de bola e valorizar o talento dos seus jogadores, mas também de saber gerir os momentos do encontro na sexta-feira.
“É saber gerir os timings para, no momento certo, podermos atacar o espaço ou recuar. Essa é a maturidade que a equipa tem vindo a construir”, explicou, manifestando confiança na capacidade dos seus jogadores para “desmontar o problema” e jogar para ganhar.

Sobre a proximidade de uma paragem no campeonato, para compromissos das seleções, o treinador rejeitou que possa causar algum desconforto para o grupo, que considerou atravessar uma fase positiva.
“Estou a usufruir muito do trabalho no Arouca porque tenho um grupo que trabalha muito e bem”, afirmou, perspetivando que a pausa permitirá consolidar o modelo de jogo e proporcionar algum descanso aos jogadores, também importante para o crescimento da equipa.
Puche e Pedro Santos, lesionados, são as ausências dos lobos para o jogo.

O Arouca, quinto classificado, com 20 pontos, visita o Famalicão, 11.º, com 10, na sexta-feira, às 20:45, no Estádio Municipal, em Vila Nova de Famalicão, num jogo que terá arbitragem de Gustavo Correia, da associação do Porto.
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