O inglês foi nomeado em janeiro de 2026, depois de o antigo treinador Enzo Maresca ter deixado o cargo, assinando um contrato inicial de seis anos e meio.
O início promissor ficou marcado por seis vitórias nos primeiros sete jogos em todas as competições, incluindo exibições de destaque na fase de liga da Liga dos Campeões, garantindo o apuramento para as rondas a eliminar.
No entanto, tudo desmoronou rapidamente, com o Chelsea a ser eliminado da Europa de forma embaraçosa, após perder por 8-2 no conjunto das duas mãos frente ao PSG.
Esta quebra coincidiu com uma má prestação na Premier League e os Blues somam agora cinco derrotas consecutivas no campeonato – sofreram 11 golos e não marcaram nenhum, descendo ao sétimo lugar numa tabela muito equilibrada, apenas três pontos acima do 12.º posto.
"Em nome de todos no Chelsea FC, queremos expressar o nosso agradecimento ao Liam e à sua equipa técnica por todo o empenho demonstrado durante o tempo que estiveram no Clube," pode ler-se no comunicado.
"O Liam sempre se pautou pela maior integridade e profissionalismo desde que assumiu funções a meio da época".

"Esta não foi uma decisão tomada de ânimo leve pelo Clube, mas os resultados e exibições recentes ficaram aquém do exigido, quando ainda há muito por disputar esta temporada. Todos no Chelsea FC desejam ao Liam o maior sucesso para o futuro".
Rosenior criticou recentemente os seus jogadores após a derrota por 3-0 frente ao Brighton.
"Sinto-me anestesiado, tal é a minha raiva. Falo sempre do que vejo e aquilo foi inaceitável. Os golos que sofremos foram inaceitáveis e isso é algo a que tenho de assumir responsabilidade", afirmou após o desaire.
"Esta noite não foi uma questão tática. Tratou-se de vontade, espírito, coragem e não vi o suficiente disso. Muito aquém do que é exigido e temos de melhorar isso".
A última esperança do Chelsea em conquistar um troféu esta época é a Taça de Inglaterra, em que vai defrontar o Leeds United na meia-final, no domingo, dia 26 de abril.

