Recorde as incidências da partida
Representado pelo diretor de futebol Anderson Barros, o Palmeiras aproveitou a oportunidade para endurecer o tom das críticas. Segundo o comunicado oficial, o clube “voltou a exigir medidas para evitar que erros graves como este se repitam, sob pena de comprometerem a credibilidade da competição”.
Apesar da indignação pelo prejuízo técnico, o Palmeiras adotou uma postura institucional colaborativa, sublinhando que não solicitou qualquer punição para os árbitros envolvidos na partida. Para a direção do verdão, os erros fazem parte da atividade e o foco deve estar na melhoria dos processos.
“O clube entende que todos os profissionais, incluindo os melhores, estão sujeitos a falhas”, destacou a nota, que reforçou ainda o reconhecimento pelos investimentos recentes da CBF no sentido de melhorar a arbitragem nacional.
Críticas ao "punitivismo"
A nota do Palmeiras deixou, ainda, críticas à forma como a CBF e o STJD têm lidado com erros anteriores, citando o exemplo de Ramon Abatti Abel. O árbitro foi severamente penalizado após incidentes no clássico frente ao São Paulo, numa decisão que, na visão do clube, não ataca a raiz do problema.
Para o verdão, o futebol brasileiro precisa de evitar “soluções simplistas” que procuram apenas satisfazer o ambiente externo ou a opinião pública de forma momentânea, sem produzirem melhorias reais na arbitragem.
