A decisão impede o Santos de inscrever novos jogadores até que a dívida seja liquidada. O valor em falta é de 200 mil euros, acrescido de juros anuais de 5% desde abril de 2025, segundo informações do ge. Para voltar a poder inscrever jogadores, o Peixe terá de pagar a totalidade da dívida de uma só vez.
O Santos foi orientado por Pedro Caixinha em 2025. O treinador português esteve à frente da equipa durante apenas 16 jogos, antes de ser despedido em abril. Caixinha recorreu à justiça para reclamar os valores em dívida, sem abdicar de receber a totalidade da indemnização prevista pela rescisão contratual. O clube brasileiro tentou chegar a um acordo, mas o técnico manteve-se irredutível, desagradado com a forma como o despedimento foi conduzido.
Em setembro, ficou determinado que o Santos teria de pagar a totalidade dos montantes em dívida aos antigos funcionários, incluindo outros dois elementos da equipa técnica. O valor global ascende a 2,4 milhões de euros, tendo o clube paulista sido condenado pelo Tribunal Arbitral do Desporto (TAS) em todos os processos, sem possibilidade de recurso.
Esta temporada, o Santos já tinha sido alvo de uma proibição de inscrever jogadores, tendo recorrido ao apoio financeiro da NR Sports, empresa de Neymar, para liquidar uma dívida de 2,1 milhões de euros ao Mónaco. Em contrapartida, o clube brasileiro negociou com a NR Sports a exploração de espaços publicitários no equipamento. A dívida ao emblema francês dizia respeito à contratação do médio Jean Lucas, que atualmente representa o Bahia.
