A previsão é que o acordo renda 22 milhões de euros ao São Paulo em recursos imediatos. No meio de dificuldades financeiras, o clube receberá 18 milhões de euros antecipadamente e fará o pagamento à Ticketmaster ao longo dos próximos cinco anos, com acréscimo de juros.
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O valor adiantado corresponde a receitas futuras do clube, como as provenientes do programa de sócio-adepto, e deverá ser liberado em até 45 dias após a assinatura do contrato.
Os outros 4 milhões de euros serão pagos à vista pela Ticketmaster, que passará a explorar comercialmente um dos camarotes do Morumbis.
O objetivo com os valores é o pagamento de compromissos imediatos com o plantel, como os direitos de imagem em atraso.
A aprovação, no entanto, veio acompanhada de duas ressalvas importantes. Os conselheiros aprovaram a redução da cláusula de rescisão de 4,25 milhões de euros para 2,38 milhões, além da mudança na administração do programa de sócio-adepto do clube, que passará a ser gerido pela própria Ticketmaster, em substituição da FENG.
O novo contrato firmado pelo Tricolor prevê ainda um financiamento de um milhão de euros para obras no Museu do São Paulo. O espaço poderá ser explorado comercialmente pelo clube do Morumbis, assim que as intervenções forem concluídas.
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