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Primeira deslocação para o Génova, que será recebido no domingo à noite no Olímpico pela Lazio, depois da estreia marcada por polémica e derrota frente ao Nápoles.
"Superámo-la bem com tristeza e raiva nos primeiros dias, como seria de esperar. Mas com lucidez. Porque no fim de contas é preciso manter a cabeça fria e analisar aquilo que podemos melhorar. O nosso objetivo é conseguir fazer um jogo ainda mais completo em termos de domínio e gestão da partida e tentar consegui-lo também contra equipas tão fortes como o Nápoles", sublinhou De Rossi.
Pela frente, uma Lazio eliminada da Taça de Itália mas vitoriosa na estreia frente ao Bolonha.
"Na Taça tiveram 5/6 ocasiões claras, depois acabou como viram. Mas estamos a falar de uma equipa forte, treinada por um treinador forte. Além disso, têm um jogador mais único do que raro na Serie A: Frattesi, que talvez não seja o maior construtor de jogo, mas é um finalizador melhor do que muitos outros avançados que por aí andam, estamos a falar de uma equipa muito completa. Dito isto, todas as equipas são batíveis, mas é uma equipa que gostei muito de ver jogar", acrescentou.
A contestação dos adeptos da Lazio, com o estádio quase vazio, pode influenciar o desafio.
"Nestas situações, concentra-se no que acontece dentro de campo e muitos destes jogadores já se habituaram, durante a Covid, a jogar em estádios vazios. No entanto, não é uma vantagem para eles, pois jogar em casa com o Olímpico cheio pode ser um estímulo extra e uma vantagem adicional. Mas não é por não haver público no estádio que vamos lá e ganhamos facilmente, nem teremos prejuízo por não vermos esse ambiente, para nós muda pouco", afirmou De Rossi.
O Génova poderá contar com o novo reforço Osmajic, pronto para jogar ao lado de Colombo: "Para mim, podem perfeitamente jogar juntos: Colombo é bom a proteger a bola, Osmajic a atacar a profundidade. Estamos curiosos para o ver em ação, mas já demonstrou toda a sua vontade".
