Uma declaração de amor que chega através dos canais oficiais do clube rossonero, agora orientado por Ruben Amorim.
“Mantive-me sempre em contacto com as pessoas do Milan e, apesar de estar no Mundial, tive sempre o Milan na cabeça. Podia ter assinado a renovação por mais um ano em qualquer altura da época, até em dezembro, mas primeiro quis ouvir o meu corpo, perceber como me sentia, quanta fome tinha, quanta paixão ainda tinha por jogar", explicou.
“O Milan mostrou-me o quanto queria que eu fizesse parte deste novo projeto: era isso que precisava, era isso que queria ouvir. Falei sobre isso com a minha família e decidi ficar. Todo o jogador precisa da confiança e do carinho do clube, dos adeptos, dos colegas, de quem trabalha na equipa”, acrescentou.
“O Milan quer vencer e não apenas garantir um lugar na Liga dos Campeões”
“A minha missão é dar tudo e ajudar a equipa a vencer o máximo possível. Voltei como se fosse a primeira vez e como se tivesse de ganhar. Não vale a pena falar muito: agora temos de agir. Manter a humildade, trabalhar muito, permanecer unidos. Se jogas num clube como o Milan, o mais natural é pensar em vencer e não apenas em garantir a qualificação para a Liga dos Campeões”, vincou.
Luka Modric resume assim o seu estado de espírito na véspera do segundo ano com a camisola rossonera.
“É preciso apontar ao topo: é por isso que estou aqui, esse é o meu objetivo. Juntamente com o clube, a direção e o treinador partilhamos os mesmos objetivos e por essas razões decidi voltar”, apontou.

