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São 270 jogos na Série A, 67 na Série B, três na Série C e 10 na Série D. Na primeira divisão, além do clube paraense, defendeu Atlético-MG, São Paulo, Internacional, Sport e Goiás.
Na Série B, passou por Santos, Athletico-PR e Goiás, enquanto as divisões inferiores marcaram o começo da carreira, com Caxias na Série C e Operário-PR e Marcílio Dias na Série D.
“É uma marca muito relevante, deixa-me muito orgulhoso da trajetória que tenho vindo a construir. Passa um filme na cabeça. Lembro-me de tudo o que tive de abrir mão, das dificuldades do começo, de cada degrau para construir a minha carreira”, afirmou o jogador.
Para Patrick, a longevidade na primeira divisão é o que mais pesa na conta. “Chegar até uma Série A não é fácil, mas manter-se nela é ainda mais difícil. Então, é motivo de muito orgulho para mim”, completou o médio, que dedicou a marca à família.

Palmeiras pela frente
Depois de superar o Botafogo, o Remo encara um desafio ainda maior esta quinta-feira, quando visitar o Palmeiras, vice-líder do Brasileirão, no Nubank Parque.
Patrick espera um jogo duro em São Paulo, mas lembra que o Leão já mostrou que pode competir com o Verdão. Na primeira volta, as equipas empataram no Mangueirão.
“Nós conhecemos bem o Palmeiras, sabemos como eles jogam e das dificuldades de enfrentá-los. Estamos a preparar-nos muito para esse confronto. Na primeira volta, apesar do favoritismo deles, empatamos no Mangueirão, então é procurar pontuar de novo em São Paulo”, disse.
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