Na altura, a equipa do Génova era orientada pelo seu antigo colega da seleção italiana campeã no Mundial 2006 na Alemanha, Alberto Gilardino, enquanto no banco do Como estava Cesc Fábregas.
"Gilardino tinha 42 anos e Fábregas 37, por isso eu seria seis ou onze anos mais velho. Não são rumores, é mesmo verdade. Inacreditável, mas real. Uma loucura," revelou Totti, que durante toda a carreira vestiu apenas a camisola da AS Roma, onde passou 25 épocas.
"A razão dizia-me para aceitar, mas o coração era contra. Acabei sempre por chegar à mesma conclusão e fazia-me a pergunta: Será que podes mesmo jogar por outro clube que não seja a Roma?" explicou a lenda romana sobre o que pesou na decisão.
"Tinha 48 anos, mas a idade pode ser ultrapassada. É verdade que se perde velocidade, mas o pé não envelhece. Todos concordam – esse não precisa de botox", brincou Totti, que ao serviço dos romanos disputou 786 jogos e marcou 307 golos.

