Para além de mais de 840 mil euros e várias outras moedas, a rusga de oito horas e meia à casa do chefe dos ultrAslan resultou ainda na apreensão de uma arma de fogo, munições e quatro coletes à prova de bala, de acordo com as agências de notícias DHA e IHA.
Sebahattin Sirin, que foi detido no domingo, é acusado de vender bilhetes no mercado negro, provocar distúrbios nos estádios desportivos e divulgar informações falsas.
No dia anterior, o líder dos ultras acusou o ministro da Justiça da Turquia, Akin Gurlek, na rede X, de fazer parte de um "grupo dentro do Estado que quer tornar o Fenerbahçe campeão esta época" em detrimento dos atuais vencedores da Super Lig.
Nem o ministro nem o Fenerbahce, os grandes rivais citadinos do Galatasaray, responderam publicamente a essa acusação.
