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Um jogo que é sempre aguardado com muita expectativa, que opõe dois dos maiores rivais do futebol português, mas que no feminino chegam a esta final com realidades, ainda, muito diferentes: o Benfica hegemónico na Liga, o FC Porto em ascensão até ao escalão principal.
O domínio encarnado no futebol português tem sido incontestável, com a equipa, esta época treinada por Ivan Baptista, a chegar ao Jamor com o hexacampeonato conquistado, reafirmando o seu favoritismo.
Desde a subida de divisão em 2018/19, na qual foi campeão no segundo escalão, o Benfica venceu seis vezes a Liga (2020/21, 2021/22, 2022/23, 2023/24, 2024/25 e 2025/26), não entrando nas contas a época de 2019/20, a primeira em que disputava o principal escalão e liderava quando a prova foi interrompida, primeiro, e cancelada, depois, devido à pandemia de covid-19.
As águias juntam aos seis campeonatos, três Supertaças, cinco Taças da Liga e duas Taças de Portugal, uma competição na qual têm demonstrado menor poder, com apenas dois troféus, um dos quais quando estava na II Divisão.
Em seis edições possíveis, o Benfica esteve em quatro finais, tendo vencido duas e perdido outras tantas.
Esta época, a equipa tenta aquela que será a segunda dobradinha da sua história, repetindo parte da proeza de 2023/24, quando juntou a Taça de Portugal ao campeonato, numa época em grande, em que venceu também a Supertaça e a Taça da Liga.
Para o FC Porto, que esta temporada venceu a II Divisão, depois de ter arrancado em 2024/25 com a equipa feminina, também com o título de campeão no terceiro escalão, existe o desejo de repetir a proeza das águias.
A equipa, que na II Divisão defrontou por duas vezes o Benfica B (0-0 e 1-1), pode também tornar-se, a par das águias, a única equipa de um escalão secundário a erguer da Taça de Portugal, em 2018/19.
A final está agendada para domingo, no Estádio Nacional, em Oeiras, com início às 17:15.
