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Na ocasião, o Flamengo chegou ao jogo no Rio em situação confortável após golear o Vélez por 4-0 na Argentina. Diante dos seus adeptos, voltou a vencer, desta vez por 2-1, e confirmou o apuramento para a final.
A equipa era comandada por Dorival Júnior, agora no São Paulo. A formação foi a seguinte: Santos; Rodinei, Fabrício Bruno, Pablo e Filipe Luís; Pulgar, Arturo Vidal, Everton Ribeiro e Arrascaeta; Everton Cebolinha e Pedro.
O Vélez abriu o marcador com Lucas Pratto, aos 21 minutos. O Flamengo virou no segundo tempo, com Pedro e Marinho, confirmando a vaga na final diante de mais de 68 mil adeptos no Maracanã. O Rubro-Negro acabaria conquistando o título ao derrotar o Athletico-PR por 1-0 na decisão, em Guayaquil, no Equador.
Sempre longe do Maracanã
Desde então, o Flamengo não teve mais a oportunidade de decidir uma eliminatória da Libertadores em casa. Nas três edições seguintes, o clube terminou a fase de grupos na segunda posição, atrás de Racing, Bolívar e LDU, respectivamente. Com isso, precisou disputar os jogos da segunda mão das fases eliminatórias fora de seus domínios.
Líder do grupo em 2026, o Flamengo recuperou o direito de decidir os confrontos a eliminar diante dos adeptos e terá justamente o Maracanã como cenário para procurar uma vaga nos quartos de final. O adversário é o Cruzeiro, que chega ao Rio de Janeiro depois de um empate (1-1), no Mineirão. Ou seja, quem vencer, garantirá vaga nos quartos. Se o empate persistir, a vaga será decidida nos penáltis.
Além do peso de voltar a decidir uma eliminatória da Libertadores em casa, o Flamengo terá a força do Maracanã como aliada em um confronto que vale a sobrevivência na competição.

