Recorde aqui as incidências do encontro
A jogar perante o seu público, a formação da casa entrou destemida, mas valeu-se de um inspiradíssimo Pedro Martinho na baliza para travar as primeiras investidas minhotas. A eficácia defensiva deu frutos aos 15 minutos, quando Octávio Alves aproveitou um erro na saída de bola do SC Braga para inaugurar o marcador e levar os achigãs em vantagem para o descanso.
A resposta da equipa orientada por Joel Rocha chegou no segundo período. Numa grande combinação com Bebé, Tiago Sousa restabeleceu a igualdade com um remate fulminante que ainda bateu na barra. O momento era dos gverreiros, mas a expulsão de Tiago Brito travou o fôlego arsenalista. Em superioridade numérica, o Ferreira do Zêzere fez o 2-1 por Kaká, mas viu a lei do ex funcionar logo a seguir, com Barreto a marcar um golo extraordinário para levar o encontro para o prolongamento.
Coração nas mãos até ao último segundo
Na etapa complementar, o pavilhão voltou a explodir quando Jó Mahrez, na sequência de um canto estudado, fuzilou as redes de Dudu para fazer o 3-2. O SC Braga ainda desperdiçou uma grande penalidade por Vilian Sousa, mas, já em situação de 5x4 com guarda-redes avançado, resgatou o empate a escassos dois segundos do fim da partida, graças a um desvio cirúrgico de Willian Carioca ao segundo poste.
Na lotaria dos penáltis, a pontaria caseira esteve mais afinada. Com as falhas de Mamadú Turé e Ricardo Lopes do lado minhoto, Daniel Sodré assumiu a responsabilidade e selou o triunfo final por 4-3 nas penalidades.
Com este resultado, o Ferreira do Zêzere faz o 1-0 na série e viaja até ao Minho a precisar de apenas uma vitória em dois jogos possíveis para carimbar uma presença nas meias-finais.
