Paulo Almeida (treinador do Benfica):
“O ADN desta equipa é ganhar todos os anos troféus para o Cosme Damião e tentar lutar com todas as armas que temos pela Liga dos Campeões. No ano passado, chegámos à final (Liga dos Campeões), não conseguimos ganhar, mas este ano temos o mesmo objetivo: tentar ganhar tudo a nível nacional e tentar ir o mais longe possível na Liga dos Campeões.
Estas jogadoras têm os seus empregos, trabalham e, ao final do dia, vão com toda a alegria treinar e, por isso, a chave da vitória está na dedicação e classe delas.
Acho que, a cada ano que passa, o hóquei em patins feminino está a crescer. Este ano, temos equipas que nos vão dar muito trabalho: a Sanjoanense, a Escola Livre, o Stuart, que se bateu muito bem.
(Sobre o jogo) Eu já sabia que iam jogar com as linhas muito atrás e sair só no erro do Benfica. Tivemos paciência e tranquilidade para chegar à baliza, tentar fazer os golos e ganhar a Supertaça. Foi isso que aconteceu.
(Sobre a ligação de 26 anos ao Benfica e os títulos conquistados) Estou muito contente por trabalhar no meu clube, por estar na minha casa. Esta é a minha casa e tento sempre ganhar troféus para o Cosme Damião”.
Pedro Marques (treinador do Stuart HC):
“A minha equipa tem uma alma enorme. Treinam três vezes por semana, nem sempre com as situações adequadas, mas não desistimos. Somos um grupo coeso e ambicioso. Estou muito contente com tudo.
O que falta para nos aproximarmos do Benfica? Falta as jogadoras soltarem-se. Depois do 3-0 conseguimos isso. A equipa libertou-se das amarras da ansiedade. Quando nos soltámos, fizemos o 3-1 e tivemos mais oportunidades, um penálti e um livre direto. As bolas não entram nas alturas certas e temos de trabalhar melhor isso.
Trabalho a minha equipa como se fossemos defrontar adversários inferires a nós. Quero libertá-las da ansiedade e, quando o conseguimos, a equipa deu um bom espetáculo”.
