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Em conferência de imprensa, no Estádio da Madeira, no Funchal, o timoneiro dos insulares espera que a equipa continue a "crescer neste momento da época", no qual os "resultados têm sido positivos", mas ainda há margem de evolução.
Para este jogo, em Guimarães, Gião deseja ver mais "capacidade para ter bola", assim como um aumento "no número de oportunidades" criadas em ataque posicional, dado que, na bola parada e nas transições, o caudal ofensivo tem sido satisfatório.

O Vitória SC vem de duas derrotas nos dois primeiros jogos do campeonato, diante do Arouca (0-1) e do Sporting (3-2), nos quais podia ter tido "resultados diferentes", segundo Gião, que destacou as "inúmeras oportunidades" criadas frente aos arouquenses e a "boa segunda parte" em Alvalade.
No reencontro com Tiago Margarido, que orientou a equipa madeirense nas últimas três temporadas, o segredo passa por "não desligar" em nenhum momento, pois a energia do público terá um "papel determinante" ao longo dos 90 minutos.
"É um estádio que empurra a equipa para a frente e que, em muitos momentos, quando estão instalados (no último terço), passa uma energia extra para os seus jogadores, tanto na disputa da segunda bola, como na disputa do duelo", frisou.

O treinador, de 40 anos, apelou ainda ao apoio dos adeptos alvinegros residentes no norte do país, no sentido tornarem o ambiente menos adverso, tal "como já o fizeram nos Açores", no empate frente ao Santa Clara (2-2), da primeira ronda.
Para este jogo, o defesa central Ulisses Rocha é ausência confirmada, enquanto Fernando Nava e José Gomes, por sua vez, têm feito trabalho condicionado e não é certo que recuperem a tempo.
O Nacional, quinto classificado, com quatro pontos, visita no domingo o Vitória SC, 16.º e antepenúltimo, ainda sem qualquer ponto, a partir das 15:30, no Estádio D. Afonso Henriques, em Guimarães, sob arbitragem de Pedro Ramalho, da associação de Évora.

