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"É um Académico Viseu forte, com boas individualidades e que tem um coletivo bem orientado. Portanto, esperamos dificuldades naturais de um jogo da Liga, mas, evidentemente, também temos os nossos argumentos. (...) Nestes últimos dois jogos demos um ar de uma equipa competitiva e é essa equipa que vai estar dentro do campo para enfrentar um adversário difícil", referiu João Henriques, em conferência de imprensa.
Apesar da derrota na última ronda, frente ao Arouca (1-0), Henriques, de 53 anos, viu a sua equipa conceder “poucas oportunidades de golo ao adversário”, sendo que a prioridade agora passa por “melhorar os aspetos ofensivos”, assim como no “critério e último passe”.
As previsões apontam para um dia de muita chuva e vento forte no sábado, algo que pode “transformar um pouco a essência das duas equipas”, nomeadamente o Académico de Viseu, que “tem um jogo associativo” e gosta de “ter a bola no chão”.

Para João Henriques, os “jogadores terão de se adaptar rapidamente” às condições meteorológicas, que serão iguais para os dois conjuntos.
"Desde que o jogo decorra, que a bola consiga rolar e que existam essas condições básicas para um jogo de futebol da Liga, as equipas têm de se adaptar", notou.
Ulisses Rocha, Wesley Gasolina, Igor Liziero e Filipe Soares continuam a recuperar das respetivas lesões e são ausências confirmadas para esta partida, segundo o técnico.
Situação diferente é a de Léo Santos, que contraiu uma grave lesão diante do Sporting, estimando-se que fique de fora das opções até final da temporada.
O Nacional, 15.° classificado, com sete pontos, recebe no sábado o Académico de Viseu, sexto, com 20, numa partida marcada para as 15:30, no Estádio da Madeira, no Funchal, sob arbitragem de Pedro Ramalho, da associação de Évora.




