Sébastien Ogier bateu o britânico Elfyn Evans (Toyota Yaris) por 19,9 segundos, com o finlandês Sami Pajari (Toyota Yaris) a completar o pódio para a marca nipónica, mas já a 01.40,8 minutos do francês.
O dia ficou marcado pelo despiste do sueco Oliver Solberg (Toyota Yaris) na terceira das quatro especiais do dia, numa altura em que ocupava a segunda posição da geral e ganhava terreno ao líder.
“Fui demasiado otimista numa curva à direita que tinha um pequeno salto”, explicou, após a quinta etapa da edição de 2026 do Mundial de ralis.
O filho do antigo campeão mundial Peter Solberg (2003) estava já a 2,2 segundos de Ogier quando embateu numa barreira, danificando irremediavelmente o seu Yaris.
Desta forma, o piloto francês ficou com via aberta para o 68.º triunfo da carreira, o primeiro nas Canárias.
“Foi muito agradável, muito divertido. Foi muito apertado, sobretudo com o Oliver. Foi uma pena não ter durado até ao fim. Juntei mais um rali à lista. Gostamos muito mais de lutar com os tempos próximos do que ir em piloto automático ao domingo”, sublinhou o francês, campeão entre 2013 e 2018, em 2020, 2021 e 2025.
Ogier admitiu que “não era este o desfecho pretendido”, disse ainda, enaltecendo o “bom trabalho” que Solberg encetou.
O japonês Takamoto Katsuta (Toyota Yaris), líder do campeonato à partida desta ronda, terminou no quarto lugar, a 01.51,2 minutos, foi batido por Evans no ‘superdomingo’ e na ‘power stage’ e, com isso, perdeu o comando do campeonato para o galês.
Evans lidera, agora, o Mundial de ralis com 101 pontos, contra os 99 de Katsuta, enquanto Ogier permanece no sexto lugar, com 58.
“Não foi o melhor dos resultados. Agradeço à equipa pelo esforço e estou confiante de que poderemos melhorar”, frisou o nipónico.
Para a equipa Toyota Gazzoo, este foi o 300.º pódio no Mundial.
A próxima etapa, a sexta de 14, vai ser o Rali de Portugal, a disputar de 07 a 10 de maio.
