No final das quatro provas que compõem o omnium, Tata Martins terminou com 61 pontos, com a britânica Anna Morris a sagrar-se campeã mundial, com 125, seguida da chinesa Tsuyaka Uchino, com 114, e da dinamarquesa Amalie Dideriksen, com 107.
O omnium abriu com o scratch, no qual Maria Martins não conseguiu repetir o terceiro lugar de quarta-feira, terminando apenas na 20.ª posição, numa corrida marcada pela queda e desistência da neerlandesa Lorena Wiebes, que tinha sido campeã em 2025.
A melhor prova de Maria Martins acabou por ser a corrida por tempo, na qual foi quarta classificada, antes de ser a 10.ª afastada na eliminação, que lhe garantiu o 14.º posto.
À entrada para a decisiva corrida por pontos, Maria Martins era 13.ª posicionada, com 50 pontos, conseguindo subir três lugares, com a vitória no quinto sprint (cinco pontos) e o segundo lugar na passagem final pela meta, que valeu a dobrar (seis).
Mais cedo, Miguel Salgueiro tinha conquistado a medalha de bronze na corrida por pontos, ao terminar com 27 pontos, a oito do que novo campeão mundial, o britânico Mark Stewart, e a apenas um do francês Benjamin Thomas.
Miguel Salgueiro é o quarto português a subir ao pódio em Mundiais de pista, dando a nona medalha a Portugal e a segunda em Xangai, depois de Maria Martins ter conseguido o seu terceiro bronze, depois de já o ter feito em scratch em 2020 e no omnium em 2022.
Iúri Leitão também tem três medalhas em Mundiais, com o ouro em 2023 no omnium, da prata em eliminação em 2021, e do bronze em scratch em 2025, equanto Ivo Oliveira foi prata em 2018 e bronze em 2022 em eliminação individual.
No sábado o vice-campeão olímpico do omnium, Iúri Leitão, disputa essa disciplina, voltando ao velódromo no domingo para correr, com Ivo Oliveira, o madison, no qual é campeão olímpico, enquanto Daniela Campos vai estar na corrida por pontos e Diogo Narciso na eliminação masculina.
