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O México jogará este sábado pela primeira vez em Baltimore, no nordeste dos Estados Unidos, com a particularidade de vir de uma série de quatro derrotas consecutivas frente à Colômbia.
"Falar de jogadores colombianos é falar de velocidade e força. Fisicamente, são bastante poderosos. A Colômbia tem-nos criado dificuldades e não conseguimos vencê-la desde 2010", disse Márquez na sexta-feira, numa conferência de imprensa.
Embora o treinador argentino Néstor Lorenzo tenha convocado 15 novos jogadores para a seleção colombiana, Márquez não facilita e espera que a Colômbia continue a ser um adversário perigoso.
"O facto de ser uma seleção com caras novas não significa que vá mudar o mais pequeno detalhe (...). A Colômbia é uma equipa atrevida e direta no jogo, que tem movimentos de rutura e velocidade. Temos de ter muito cuidado", afirmou Márquez.
O técnico mexicano reconheceu a qualidade de James Rodríguez, que se retirou recentemente da seleção colombiana, mas espera que outros jogadores, como Jhon Arias, assumam a responsabilidade de organizar o jogo.
"O Arias é um jogador de grande qualidade e talento, muito determinante, capaz de te colocar bolas para finalizar. Agora, fará o papel de James e colocará todo o seu talento em campo para tentar causar danos no nosso terreno", comentou.

Quanto ao desempenho da equipa mexicana no primeiro jogo sob o seu comando, Márquez afirmou que dará continuidade à organização e ao estilo apresentados no Mundial-2026.
"Será necessário aperfeiçoar um pouco tudo, desde a saída de bola, à progressão e à finalização. Na parte defensiva, fizemos um grande trabalho no Mundial, no qual sofremos três golos", apontou.
Apesar de ter sido jogador do multicampeão Barcelona entre 2003 e 2010 e de ter treinado o Barcelona Atletic, Márquez avisou que não pretende impor o estilo blaugrana na seleção mexicana.
"Quem não gostaria de jogar como o Barcelona? Fui jogador do Barcelona, mas não temos a matéria-prima. Adapto-me ao que tenho", concluiu.

