Análise à partida: “Na primeira estivemos muito bem. A verdade é que tivemos várias oportunidades e não deixámos o Arouca atacar, tirando o penúltimo lance do jogo. Sinceramente gostei muito da primeira parte, da forma como rodámos a bola, criámos espaço e superioridade nos corredores. Fizemos aquilo que tínhamos de fazer, menos, mais uma vez, fazer golos. Fomos para o intervalo a vencer justamente, mesmo com o lance esquisito. Depois foram 10 minutos da segunda parte... estamos numa fase em que não podemos dar nada ao adversário. O adversário teve uma reação, custou-nos a adaptar na saída a três com o médio a baixar para construir e aí tivemos alguma dificuldade para acertar na marcação. Houve o golo do Arouca e depois voltámos a tomar conta do jogo, não com tantas oportunidades como na primeira parte, mas acabámos por ser uns justos vencedores".
Reação do Arouca na segunda parte: "Esta época tem sido assim, as coisas têm de ser arrancadas a ferros. O importante é estar na final, em mais uma decisão. Sabíamos que o Arouca, a fazer o campeonato que está a fazer, estava muito motivado. É uma meia-final, tem o mérito de chegar até aqui e nós também. A ideia que eu fico é que fomos justos vencedores".
Paulinho disponível para a final? "Não sei, vamos ver. O Paulinho tem estado sempre em todas as competições. Se relembrarmos o último título do Sporting - são 23 anos, dois títulos -, o Paulinho é que fez o golo. Até foi isso que lhes disse ao intervalo. Há fases difíceis na nossa carreira, mas nós é que temos que acreditar em nós e apoiarmo-nos uns aos outros. Este pode ser o quinto título e eles dão a vida pelo Sporting, goste-se ou não".
