Recorde aqui as incidências e o relato do encontro
Mudanças no onze: "Primeiro de tudo, desejar as melhoras ao adepto que se sentiu mal no início do jogo, a vida humana é mais importante que qualquer outra coisa. As alterações mostram que toda a gente conta, os jogadores têm dado tudo nos treinos e a estratégia era diferente para este jogo. O adversário era de enorme qualidade, ainda não perdeu no campeonato e sabíamos que tinha de ser um jogo diferente daquele que fizemos na semana passada frente ao Moreirense".
Este modelo foi específico para esta partida?: "Exatamente, foi circunscrita ao desafio, era um adversário de grande qualidade. O golo aos cinco minutos não nos fez alterar a estratégia, continuamos pacientes até cerca dos 60 minutos e quando abrimos um pouco mais, a perder 1-0, tentámos arriscar um pouco, mas não conseguimos. Agora é tempo de vencer no próximo jogo, é de extrema importância para uma equipa que precisa de pontos como nós".
Equipa chegou ao intervalo viva: "O segundo golo ainda chega numa altura de alteração de estratégia. Com o 2-0, tivemos que tentar abrir-nos, ainda colocamos uma bola na barra, um duelo direto com o guarda-redes, mas parece que a bola não quer entrar... esperemos que entre no próximo jogo".
Faltou mais Estoril no último terço?: "Não diria isso. Com um adversário desta qualidade, arriscámos mais após o 2-0 e eles marcaram o terceiro e o quarto. Não acho que outra abordagem teria sido melhor. Poderíamos ter sofrido menos golos, mas arriscamos à procura de um ponto. Não gosto de estar em jogos a perder sem lutar por alguma coisa. Combatemos até ao final, nos últimos dois jogos que fizemos marcamos no último minuto e era isso que procurávamos".
Futuro no Estoril: "Como eu digo, é sempre dia a dia. Quando assumimos a posição de treinador é um pouco diferente, a longevidade depende do trabalho diário, é nisso que estou preocupado: recuperar os jogadores para o jogo com o Marítimo".



