Recorde as incidências do encontro
O Monza, ainda à procura da primeira vitória no campeonato, entrou fortíssimo com dois avisos nos primeiros dois minutos de jogo, um deles por Kouadio, recentemente convocado para a seleção italiana por Mancini.

Ultrapassada a tempestade inicial, o Sassuolo reorganizou-se e mostrou em campo a sua qualidade, crescendo minuto após minuto.
Os neroverdi – hoje equipados de branco – tiveram dois lances perigosos, primeiro por Berardi (grande intervenção de Tornqvist) e depois por Thorstvedt, servido por um genial calcanhar de Esposito, mas não conseguiram desbloquear o jogo.
Perto do intervalo, o Monza voltou a aparecer no ataque, mostrando que não tinha desaparecido do relvado, mas não foi suficiente para encontrar o caminho do golo. O resultado? Uma primeira parte agradável e animada, mas sem golos.

Os golos acabaram por surgir logo no início da segunda parte, em pouco mais de um quarto de hora e sempre pelo mesmo jogador: o português Gustavo Varela abriu o marcador de cabeça após um canto, aproveitando um erro evidente de Muric, e depois bisou de penálti, assinalado por falta de Esposito sobre o recém-entrado Dany Mota.
É de referir que na segunda parte houve um grande ausente, o Sassuolo: a equipa emiliana, desaparecida na primeira metade, só voltou a dar sinais de vida após quatro substituições e quando o Monza abrandou um pouco.

O golo que reabriu a partida só surgiu ao minuto 88 por Adzic, que tinha entrado pouco antes, diretamente de livre. Isso provocou cinco minutos de sofrimento puro para os anfitriões, que com alguns sustos a mais (bola ao ferro de Bowie) conseguiram resistir e garantir a primeira alegria do campeonato.

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