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Em reação à decisão tomada esta quinta-feira, o dirigente sublinhou que o percurso do avançado ao serviço de Portugal representou as aspirações do país durante décadas.
O dirigente considera que Ronaldo criou “um impacto de dimensão mundial, que não tem comparação na nossa história”, sublinhando que o seu legado “é muito mais do que futebolístico”, apesar de estar associado aos recordes e às maiores conquistas da seleção portuguesa.
Evangelista destaca ainda a influência do internacional português nas gerações mais novas, que cresceram a olhar para os seus feitos como “o mais elevado padrão de profissionalismo e excelência”.
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“A palavra que o Sindicato dos Jogadores tem é da maior gratidão”, afirma o presidente do organismo, que agradece a Ronaldo "a entrega, a paixão e o orgulho" com que defendeu as cores nacionais.
“A tua história na Seleção termina, mas o legado que construíste será eterno. Obrigado, capitão. Obrigado, Cristiano Ronaldo”, conclui Joaquim Evangelista.
O avançado Cristiano Ronaldo, de 41 anos, anunciou hoje a retirada da seleção portuguesa de futebol, através de um vídeo divulgado nas suas redes sociais, na véspera de serem conhecidos os convocados para os derradeiros jogos na Liga das Nações.
Recordista mundial de jogos por seleções, com 234 internacionalizações AA, e de golos, com 146, Cristiano Ronaldo tem como pontos altos da carreira na seleção a conquista do Euro-2016, em França, bem como duas edições da Liga das Nações, em 2019 e 2025, depois da final de má memória do Euro-2004, em casa.
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No dia 30 de setembro, o avançado abandonou o estágio da seleção portuguesa na véspera da partida frente à Dinamarca, da Liga das Nações, no início do ciclo de Jorge Jesus no comando técnico da seleção.
Ronaldo, que foi titular com o País de Gales e suplente não utilizado com a Noruega, revelou que Jesus lhe faltou à palavra mais do que uma vez e que por isso decidiu abandonar o estágio por iniciativa própria, decisão que lhe custou um castigo de 30 dias, já cumprido, e uma multa de 255 euros.
O último jogo pela equipa das quinas acabou por ser o triunfo frente ao País de Gales (1-0) disputado no dia 24 de setembro, na primeira jornada do Grupo A4 da Liga das Nações, mais de 23 anos depois da estreia no dia 23 de agosto de 2003, em Chaves, num particular frente ao Cazaquistão.
Já o último golo com a camisola lusa foi marcado no triunfo frente à Croácia (2-1), nos 16 avos de final do Mundial-2026, em 03 de julho, em Toronto, ao converter uma grande penalidade.
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