Entre os mais de 200 associados presentes na Assembleia Geral ordinária decorrida no Pavilhão Desportivo Unidade Vimaranense, 100 votaram a favor, 52 abstiveram-se e 61 votaram contra um documento que prevê um resultado líquido negativo, de 1,2 milhões de euros (ME), estimado após os gastos em juros, amortizações e depreciações, confirmou a Lusa no local.
O orçamento apresentado, discutido e votado na reunião magna estima um saldo operacional positivo de 680 mil euros, fruto dos rendimentos totais de 5,32 ME e dos gastos totais de 4,64 ME.
Dos 5,32 ME de receita, os vitorianos esperam arrecadar três ME em quotização de sócios e venda de lugares anuais no Estádio D. Afonso Henriques e a restante verba com publicidade, rendas, subsídios e mensalidades de quem representa o clube nos escalões de formação.
Já os gastos respeitam sobretudo a remunerações e a honorários associados às 15 modalidades desportivas que o Vitória SC oferece além do futebol.
O Conselho Fiscal do clube vitoriano emitiu um parecer favorável por unanimidade ao orçamento, com a recomendação de “uma rotina de controlo mensal para a validação da base de receitas recorrentes e a definição de limites de despesa por área, em especial nas modalidades”.
