“Vi o encontro praticamente ganho, estávamos a dominar. No primeiro set elas (Francisca e Matilde Jorge) jogaram lindamente, estava muito claro que éramos superiores, mas só se ganha quando se faz o match point e acho que as adversárias tiveram uma melhor atitude que nós. Acho que acreditaram sempre, mesmo no 6-1, 4-1 e a ser dominadas, mantiveram sempre a boa postura e foram buscar o jogo”, avaliou a capitã portuguesa, Neuza Silva.
Chamadas a decidir a eliminatória no Complexo de Ténis do Jamor, empatada após o triunfo de Angelina Voloshchuk e a derrota no segundo singular de Francisca Jorge, a mais velha das irmãs e Matilde Jorge não conseguiram somar o terceiro triunfo consecutivo na prova, ao perder pelos parciais de 1-6, 6-4 e 10-3.
“Acho que relaxamos um pouco no final, muito cansaço acumulado e queríamos que acabasse rápido. Acho que demos o encontro por vencido e elas estavam com uma atitude bastante agressiva, vieram para cima de nós e não aguentámos a pressão”, confessou a número um nacional e mais velha das irmãs Jorge, que já contabiliza seis encontros nos últimos dois dias, três de pares e outros tantos de singulares.
Arredada para o segundo lugar no Grupo D, a equipa capitaneada por Neuza Silva vai defrontar sexta-feira a Eslováquia, segunda classificada do Grupo A, tendo já garantida a manutenção no Grupo I da Zona Europa-África da mais importante competição mundial feminina por equipas.
