Recorde as incidências do encontro
Gauff segue agora para um duelo com outra espanhola, Cristina Bucsa, depois de ultrapassar Badosa 6-4, 7-6(5) em menos de duas horas.
A estrela norte-americana de 22 anos, que procura repetir o triunfo no US Open de 2023, tinha perdido cinco dos oito confrontos anteriores com Badosa.
No entanto, Gauff nunca pareceu disposta a deixar escapar este novo duelo, apresentando-se com grande confiança na abertura da sessão noturna no Arthur Ashe Stadium.
"Obviamente, preferia talvez não defrontar alguém com quem já perdi tantas vezes logo na segunda ronda. Mas acho que hoje foi um grande impulso de confiança. E penso que passar em dois sets também faz uma grande diferença. Sim, fui posta à prova, mas foi um bom teste em que não estive três horas em campo", afirmou após a partida.
Após um início equilibrado, a norte-americana quebrou o serviço de Badosa no sétimo jogo do set inaugural, quando a espanhola, nascida em Manhattan e com 28 anos, falhou um amorti arriscado que ficou na rede.
Gauff confirmou o serviço sem ceder pontos para chegar ao 5-3 e depois fechou o set com mais um jogo de serviço sólido.
Gauff parecia pronta para assumir o controlo logo no início do segundo set, ao quebrar novamente o serviço de Badosa no terceiro jogo – mais uma vez após uma tentativa de amorti delicado que não resultou.
No entanto, Badosa respondeu e devolveu a quebra, igualando o set a 4-4, e depois salvou dois pontos de break para passar para a frente, 5-4.
Depois de Gauff empatar a 5-5, ambas trocaram quebras de serviço, levando o set ao tie-break, onde Gauff selou a vitória após Badosa enviar um backhand longo.

Gauff, cujo jogo estava em desordem por esta altura no ano passado, afirmou sentir-se agora mais tranquila nos momentos de maior pressão durante um encontro.
"Sinto-me claramente mais confortável, sobretudo na parte do serviço", afirmou.
"Quer dizer, ela quebrou-me o serviço duas vezes, uma delas quando estava a servir para fechar. Não fiquei demasiado aborrecida. Achei que não podia ter servido muito melhor. Por isso, penso que é essa a parte do meu jogo em que sinto menos pressão e sei que consigo colocar um grande serviço quando preciso. Depois depende da resposta da adversária, e ela respondeu".
