Depois de perder o primeiro parcial diante do 108.º jogador mundial, o número dois nacional ainda empatou o encontro, após anular um match-point, mas acabou derrotado por 6-2, 6-7 (7-9) e 7-6 (7-5), em duas horas e 40 minutos.
“Acho que me faltou entrar melhor. (...) Dar um set de avanço a um jogador deste nível, não é recomendável”, admitiu o lisboeta de 22 anos, em conferência de imprensa.
Faria elogiou Emilio Nava, “um jogador muito agressivo, que faz a festa toda” e serve “muito bem”, e que na final vai defrontar o sérvio Laslo Djere.
Na primeira meia-final, o 279.º jogador mundial beneficiou da desistência do boliviano Hugo Dellien (133.º), por lesão no joelho esquerdo, quando o marcador ainda estava 2-2.
Faria, 119.º classificado do ranking ATP, fica à porta de lutar por um novo título no Oeiras Open 4, que conquistou há dois anos, rumando agora a Paris, onde na próxima semana vai disputar a fase de qualificação de Roland Garros.
Quem continua em prova no challenger português é Tiago Pereira, que se apurou esta sexta-feira pela sétima vez na carreira para uma final de pares no circuito secundário do ténis masculino.
Ao lado do espanhol David Vega Hernández, o tenista luso derrotou o bielorrusso Ivan Liutarevich e o polaco Filip Pieczonka, por 7-5 e 7-6 (7-5), em uma hora e 35 minutos.
No sábado, Pereira vai lutar pelo seu quarto título challenger, depois dos conquistados em Alicante e Chersonissos, já este ano, e na Maia, em 2025.
“É sempre bom estar numa final, especialmente em Portugal. Torna-se sempre mais especial. Fico feliz e é tentar fazer o melhor outra vez amanhã (no sábado)”, declarou referindo-se ao encontro que vai opor o par luso-espanhol ao indiano Siddhant Banthia e ao búlgaro Alexander Donski.
