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Campeão brasileiro e da Libertadores, o Flamengo teve um arranque de 2026 inesperado. Antes da final do Campeonato Carioca, Filipe Luís foi demitido e o emblema do Rio de Janeiro acabou por apostar em Leonardo Jardim.
Uma decisão que Luiz Eduardo Baptista justificou.
“Tinha certeza absoluta que ia perder o Campeonato Carioca para o Fluminense. Há poucas coisas que detesto mais do que perder com o Fluminense. Talvez uma ou duas só. Foi pelo conjunto de aspectos que entendi que devia mudar. Hoje, quando olho o que mudou de facto, foi só o técnico. O diretor é o mesmo, o plantel é o mesmo, a equipa técnica, o departamento, o Maracanã é o mesmo... Olho para o Leonardo (Jardim) e vejo ele a retirar mais do que se vioa anteriormente. Então cumpri com meu papel de fazer melhor. A relação pessoal nunca foi má(com o Filipe Luís)”, atirou.
Confiante em Leonardo Jardim, o presidente do Flamengo traçou uma meta ambiciosa para a temporada.
“É uma característica minha, até despedia um filho meu tranquilamente. Vivemos num pais latino, da vitimização. Não está a funcionar, mas vamos dar mais uma oportunidade. Mas não dá para fazer a mesma coisa e esperar um resultado diferente. Tomei a decisão. Não ganhas o Brasileirão no início, mas perdes. Não vamos esperar 12, 13 jornadas para estar em 16.º lugar e contratar o Dorival. O Brasileirão já estava perdido. Para mim, é Brasileirão, Libertadores e Taça do Brasil. Qual a prioridade? Quero tudo. Pelo plantel e planeamento. A rotação nunca foi tão bem feita quanto agora”, concluiu.
