Voleibol: Declarações dos treinadores após o SC Braga - FC Porto (0-3)

Miguel Coelho, treinador do FC Porto
Miguel Coelho, treinador do FC PortoFC Porto

Declarações dos treinadores após o jogo SC Braga-FC Porto, no final do quarto jogo da final do campeonato nacional feminino de voleibol.

Recorde as incidências da partida

João Santos (treinador do SC Braga):

“Primeiro, parabéns ao FC Porto. Já tive a oportunidade de o dizer que é a melhor equipa de sempre em Portugal ou, pelo menos, com o maior investimento. Estou muito orgulhoso por nos batermos de igual para igual. Tivemos oportunidades aqui hoje, ganhámos 3-0 há duas semanas, não nos correu bem o terceiro jogo, sabemos que é difícil jogar no Dragão e que esse jogo ia ter um peso muito importante, por tudo, por aproximar uma equipa de ser campeão e pelo pouco tempo de descanso, especialmente anímico, para este jogo.

Estou muito orgulhoso, mas falhámos o grande objetivo da época, que era conseguir o primeiro título para o clube desta modalidade. Estivemos perto, mais uma vez. Se olharmos friamente, temos que estar orgulhosos, mas não chega. Temos condições ímpares para trabalhar, trabalhamos de igual para igual com toda a gente e queremos ganhar, não queremos só estar nos momentos de decisão. Estamos a conseguir estar nesses momentos, mas queremos também ganhar.

Temos que perceber o que se passou nestes quatro jogos e no campeonato para fazer melhor para o ano”.

Miguel Coelho (treinador do FC Porto):

“Sentimento de dever cumprido, primeiro lugar na fase regular, vencedores da Taça de Portugal, vencedores do campeonato, não podíamos fazer mais nada esta época a não ser ganhar tudo. Sinto-me um privilegiado por ter estado nesta época.

A reconquista do campeonato nacional tem muito valor, era uma coisa que queríamos muito, foi um primeiro objetivo para a equipa que eu lancei para a equipa e estávamos todos em sintonia, jogadoras, 'staff', estrutura e direção, todos queriam muito esta reconquista, investimos muito trabalho neste campeonato ganho.

Os sentimentos têm a ver com as famílias que nos acompanham, nomeadamente a minha, que tiveram que passar por muito, todas as famílias”.

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