Anders Hallberg (treinador do Benfica):
“Sofremos nove golos contra zero e isso tem um impacto grande no jogo. Não podemos entrar no jogo, nem na segunda parte, como fizemos contra uma equipa como o FC Porto.
Depois de seis ou sete minutos na primeira parte, quando demos a volta jogámos bem e tinha boas sensações quando chegámos ao intervalo. Não podíamos perder bolas fáceis contra o FC Porto, se conseguíssemos iríamos estar bem na defesa, mas, na segunda parte, perdemos muitas no ataque eles marcaram muitos golos fáceis. Foi por isso que o FC Porto ganhou”.
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Carlos Martingo (treinador do FC Porto):
“Estamos muito contentes por termos ganhado neste pavilhão, que é extremamente difícil de jogar. O Benfica tem uma excelente equipa. A chave do jogo foi a nossa atitude e entrega, entrámos bem na primeira parte e na segunda. Na primeira permitimos que o Benfica empatasse, na segunda assumimos o controlo do jogo, nunca permitimos que o Benfica chegasse perto de nós, e é esta atitude que queremos ter.
Nos jogos entre ‘grandes’ o equilíbrio normalmente impera. Temos alguma vantagem porque só entraram dois jogadores novos, enquanto o Benfica alterou muita gente e isso demora o seu tempo. Não sei ainda avaliar o potencial que o Benfica pode atingir. Nós vamos continuar a evoluir, temos falta de alguns jogadores que vão acrescentar e estamos confiantes para o que aí vem.
A entrada positiva na primeira parte não foi determinante porque chegámos ao intervalo empatados, na segunda parte voltámos a entrar bem e não deixámos o Benfica aproximar-se, e esse fosso já foi importante porque nos permitiu ganhar o jogo”.
