Recorde aqui as incidências do encontro
Ricardo Costa (treinador do Sporting):
“Disse aos meus atletas que grandes coisas conseguem-se com pequenos passos e hoje era um pequeno passo que tínhamos que dar. Sabíamos que era uma final para nós, num modelo de Liga dos Campeões que não nos permite entrarmos a perder diante de um candidato. Acho que esta margem era impensável ao inicio. Estamos a jogar contra o líder do campeonato dinamarquês, dispensam apresentações, por isso estou muito feliz pelo que os meus atletas conseguiram fazer. No fim, o resultado, foi o que viram, uma grande vitória, com a comunhão dos adeptos e a sentirmos outra vez o que é a Liga dos Campeões.
O nosso trabalho é preparamo-nos da melhor maneira. Nem sempre corre bem. O jogo que mais me chateei foi frente ao Santo Tirso, mas a época é longa. Hoje era importante entramos a vencer. Ainda não está nada feito e a qualificação vai ser dura. Agora, é preparar o ABC e esse jogo contra o Kristianstad.
O jogo foi muito corrido, o GOG não nos surpreendeu. Íamos ter mais dificuldade na recuperação defensiva na segunda parte. Rematámos mais nove vezes do que o GOG, 57 vezes que tivemos na frente e a percentagem de êxito é muito alta. Temos dos melhores executantes do mundo e estamos felizes por ganhar este jogo, mas temos de continuar.
Querem-nos a todos (os jogadores), é absolutamente normal. O Sporting está a trabalhar há dois anos no plano B, todos os dias. O treinador está a trabalhar como nunca na reconfiguração de um Sporting que não sei qual é, mas que será a minha identidade e aquilo de que eu gosto, que é uma equipa lutadora. Se vamos ganhar, não sei, não somos invencíveis e um dia vamos perder".
Kasper Christensen (treinador do GOG):
“Acho que, especialmente na primeira parte, não jogámos nada bem, não defendemos bem e em todo o jogo cometemos demasiados erros técnicos. Acho que fizemos uma melhor segunda parte, encontrámos o nosso nível com o andebol rápido que gostamos de jogar. Mas, no geral, estamos desiludidos com a nossa performance, não estamos felizes.
Podíamos ter feito melhor na primeira parte. Tentámos jogar rápido, mas cometemos muitos erros e isso não nos permitiu chegar ao nível que conseguimos. A segunda parte foi muito boa e o nosso guarda-redes esteve melhor. Não vejo a segunda parte como um problema. O problema foi a primeira parte em que estivemos longe do nível que sabemos que temos”.
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